- Adonias Soares
- 21/01/2015
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O governado do Estado, Flávio Dino (PCdoB) anunciou ontem (20/01), vários atos foram trombeteados pela “imprensa” alinhada como “valorização da educação e dos educadores maranhenses”. Entre eles, o reajuste de 13,01% no piso nacional dos profissionais da educação básica.
Na verdade, o piso é uma determinação do Ministério de Educação (MEC), em cumprimento à Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008. Não há nisto nenhuma bondade do governador da mudança, apenas uma obrigação. “Vamos sempre dialogar com os servidores do Maranhão e discutir melhores condições de trabalho”, declarou Flávio Dino. Mas não foi bem isso o que aconteceu quando ele decidiu, por conta própria, mudar o calendário de pagamento do servidores públicos estaduais.
Um outro anúncio a ser feito com estardalhaço é o concurso público para a Educação estadual. Devem ser abertas 3 mil novas vagas, porém, que estavam previstas no orçamento do governo passado. À frente da Educação do governo passado estava um dos parlamentares mais sérios deste Maranhão, o deputado federal Pedro Fernandes (PTB). Reservado, Fernandes não fazia alardes de seu trabalho, ao contrário dos aloprados atualmente no poder.
São mais contratações com impacto óbvio na Folha de Pagamento que também comprovam o parangolé feito pelo governo bocudo de “rombo” nos cofres estaduais. O concurso é o mais legítimo procedimento administrativo para ingresso na carreira pública e só um imbecil poderia criticar a abertura de novas oportunidades de trabalho.
Mas o atual governo prima pela distorção dos fatos e por propagandear aquilo que, efetivamente, ainda não fez pelo Maranhão.
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Do Camarão Seco
- Adonias Soares
- 21/01/2015
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O deputado Antônio Pereira (DEM) protocolou indicação na Assembleia, pedindo que o governador Flávio Dino (P C do B) encaminhe projeto de lei ao Legislativo, criando o Departamento Jurídico da Polícia Militar do Estado do Maranhão, para atender todos os policiais envolvidos em processos administrativos e/ou jurídicos, decorrentes do exercício de suas atividades a serviço do sistema de segurança pública.
Na indicação – que será avaliada pelo governador Flávio Dino, que demonstra uma atenção especial com a Polícia Militar e com a segurança – o deputado Antônio Pereira reconhece que o elevado índice de criminalidade no Estado do Maranhão vem colocando em risco a vida dos policiais militares, principalmente durante as operações no combate as atividades dos marginais.
Antônio Pereira soube – por meio de dados divulgados pela Secretaria de Estado de Segurança Pública e pela própria imprensa – que geralmente acontecem casos envolvendo policiais militares pelos excessos cometidos no cumprimento do dever. “Mas, é importante que seja concedido a esse policial o direito de defesa por meio de setor jurídico competente”, afirmou.
- Adonias Soares
- 21/01/2015
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Célia Neri responde por morte de oito e lesão corporal de mais oito. Alunos eram transportados da escola para casa em ‘pau-de-arara’
O governador Flávio Dino (PCdoB) nomeou, desde o último dia 13, para o cargo em comissão de adjunto do Cerimonial, a ex-secretária de Educação do município de Bacuri, Célia Vitória Neri Silva, indiciada pela morte de oito e lesão corporal de outros oito estudantes da rede pública estadual de ensino no município.
O caso ocorreu no dia 29 de abril do ano passado, quando os estudantes eram transportados em um ‘pau-de-arara’ montado em uma caminhonete da escola para o Povoado Madragoa. O veículo bateu de frente com um caminhão carregado de pedras e caiu em uma ribanceira, na rodovia estadual MA-303, entre Bacuri e Apicum-Açu, cidades do litoral norte do Maranhão.
Além da adjunta do Cerimonial do governo comunista, outras oito pessoas, entre elas o prefeito de Bacuri, José Balduíno da Silva Nery – que se mantém no cargo por força de uma liminar concedida pela desembargadora Nelma Sarney, respondem pelo crime na Justiça, inclusive com o bloqueio de bens.
Ao Atual7, o chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares, a quem o Cerimonial do Palácio dos Leões é subordinado, não soube informar o critério adotado para a contratação de Célia Neri.
Apesar de também assinar a nomeação, Tavares informou apenas que “ainda não teve tempo de ver” o processo e que a nomeação de Neri seria em atendimento à indicação da chefe do Cerimonial do governo, Telma Moura de Oliveira. Ele prometeu ainda analisar o caso, ainda nesta segunda-feira (19).
Segundo publicação do Diário Oficial do Estado do Maranhão, a nomeação de Célia Neri foi retroativa ao dia 1º de janeiro, o que indica que ela já esteja trabalhando no cargo.
O Atual7 tentou ainda, insistentemente, contato com Telma Moura, por meio de seu telefone celular, para apurar os critérios adotadas para nomeação de sua adjunta, mas até a publicação desta reportagem a chefe do Cerimonial do governo estadual não havia atendido as ligações, nem retornado as várias mensagens enviada.
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Do atual7
- Adonias Soares
- 16/01/2015
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O deputado Rigo Teles (PV) – reeleito com 41.016 votos nas eleições de outubro de 2014 para o quinto mandato – vai comandar sessão solene de posse dos deputados eleitos e a eleição da nova Mesa Diretora da Assembleia, que acontece no dia 1º de fevereiro. Depois da reeleição proclamada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MA), o deputado Rigo Teles se destacou como um dos mais antigos parlamentares eleitos na Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, pois conquistou cinco mandatos consecutivos. Com a reeleição, Rigo Teles é decano e tem a prerrogativa de comandar a solenidade de posse dos deputados eleitos e a eleição da nova Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Maranhão, cujas articulações estão em curso desde outubro de 2014. O deputado Stênio Resende (PRTB) também é decano, pois conquistou cinco mandatos consecutivos. Mas de acordo com o Regimento da Assembleia, Rigo é quem vai comandar a solenidade de posse e a eleição, pois é quatro meses mais velho que Stênio.
- Adonias Soares
- 09/01/2015
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A entrevista convocada como espetáculo pelo chefe da Casa Civil Marcelo Tavares serviu apenas para o governo Dino reconhecer que o governo Roseana não deixou dívidas; o que há, segundo eles próprios mostraram, é um resto a pagar – previsto em lei – que representa menos de 8% do orçamento do estado

Passou ridículo, hoje, na entrevista coletiva convocada como teatro o chefe da Casa Civil do governo Flávio Dino, Marcelo Tavares (PSB).
Se a ideia era tentar mostrar um rombo nas contas do estado deixados pela governadora Roseana Sarney (PSB), a montanha pariu um rato.
O próprio Tavares, auxiliado pelos técnicos emudecidos dop governo Dino, reconheceu que há um “Restos a pagar” de apenas R$ 82 milhões – ou algo em torno de 8% do orçamento.
E isso por que o próprio Marcel0 Tavares incluiu na conta das entradas e saídas do governo para o mês de janeiro o pagamento obrigatório da folha d e pessoal.
No final das contas, com o a informação chinfrim em mãos, foi Marcelo Tavares quem pagou mico, já que não soube explicar como um governo que diz estar arrombado fará pra custear uma série de gastos anunciados pelo seu chefe.
Mas ficará uma pergunta após a patacoada dos dinistas:
Afinal, por que eles tanto insistem em querer mostrar um rombo no governo?
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Do Blog de Marco D´Eça
- Adonias Soares
- 09/01/2015
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Da coluna Estado Maior
Na sua tentativa de criar um clima de “terra-arrasada”, para justificar sabe-se lá o quê, a cúpula do novo governo maranhense convoca para hoje uma coletiva de imprensa em que pretende dizer como se encontra a situação fiscal do estado.
Trata-se de mais um teatro, como todos os demais criados na medida para repercussão em redes sociais e setores da mídia alinhados ao governo Flávio Dino (PCdoB) – com encomenda também à mídia nacional.
O que vier na entrevista – que deve ser protagonizada pelo chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares (PSB) – acabará por ser um desmentido ao próprio governador, já que este deixou publicamente claro, ainda durante a transição, a excelente posição fiscal do Maranhão.
E o que viu Flávio Dino – e reconheceu, diga-se – foi confirmado por números de órgãos respeitáveis de pesquisa e controle, como o Ipea e o IBGE, segundo os quais o Maranhão mantém apenas 39% da receita líquida em gastos com a folha de pagamento, situação considerada uma das melhores do Brasil.
Desde que se elegeu, Dino e seus aliados tentam criar a situação de que receberam um estado falido.
Como não conseguiram confrontar os números na transição, tentaram criar novo fato após a posse, também com dados e informações jogadas ao vento, sem nenhum dado oficial que as comprovasse.
Mais uma vez os fatos gerados pelo próprio Flávio Dino – como o anúncio de gastos em vários setores do governo – desmentiram as tentativas de gerar o caos.
A tentativa de Marcelo Tavares agora é mais uma para criar o clima que eles vêm buscando a qualquer custo neste início de governo. Por quê, é o que se precisa saber.
Afinal, como um estado em crise fiscal e endividado terá dinheiro para bancar a contratação de mil policiais, criar mais duas secretarias, investir no programa “Mais Bolsa-Família” e, principalmente, bancar a recuperação e pavimentação de ruas na capital maranhense?
São perguntas para Marcelo Tavares responder…
