b7f0b5e1-1815-41ee-a287-ad970f3b7e68

O Superintendente Regional de Articulação Política Ricardo Lucena (PC do B) anda “atirando” pra todo lado, quando o quesito é apresentação de nomes para disputar a eleição desse ano pela oposição.

Primeiro, Lucena levou aos Leões a ex-prefeita de Presidente Dutra Irene Soares que saiu da sala do Secretário Estadual de Comunicação e Articulação Política, jornalista Márcio Jerry, candidatíssima, com direto até aparecer no Blog de Luis Cardoso.

Três dias depois, o mesmo Ricardo Lucena leva outro pré-candidato, Raimundiho da Audiolar (PTB), que também saiu candidato; matéria publicada no Blog de Lobão Tuntum.

Agora Ricardo Lucena foi visto numa ante sala do Palácio dos Leões com mais um pré-candidato a tira colo. Desta vez quem estava com ele era o ex-vereador Aristeu Nunes (PSDB), cuja candidatura já foi lançada no município.

E quando será a vez de Lucena levar o vice-prefeito Orlando Pinto (PT). Essa é outra história.

images-cms-image-000500367

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, estuda pedir ao Supremo Tribunal Federal o afastamento do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado Federal e do Congresso Nacional, assim como ocorreu com Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na Câmara dos Deputados.

O motivo seriam as gravações de Sergio Machado, ex-presidente da Transpetro; numa delas, Renan se refere a Janot como “mau caráter”.

As informações são do jornalista André Guilherme Vieira, em reportagem do Valor. “A ação cautelar justificaria a necessidade e a urgência para que Renan deixe de presidir o Congresso. O entendimento é que o senador estaria utilizando o cargo para obstruir a Justiça. Renan figura como investigado em 12 inquéritos que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF). Nove deles relacionados às investigações sobre corrupção na Petrobras, um relativo à Operação Zelotes e dois em que se investigam irregularidades no pagamento de pensão alimentícia à filha que o senador teve em relacionamento extraconjugal”, diz o texto.

.

.

Com informações do Brasil247

images-cms-image-000500181

Apontado como um dos operadores financeiros do PMDB no Senado, o filho caçula do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, Expedito Machado, seguiu os passos do pai e também firmou um acordo de delação premiada com a Justiça no âmbito da Operação Lava Jato. Did, como é conhecido, é responsável por um fundo de investimento em Londres e teve sua delação homologada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki.

A delação premiada de Did pode ser tão devastadora como a do pai, cujos áudios gravados por ele junto a membros do PMDB e da cúpula do governo do presidente Interino Michel Temer levaram à queda de dois ministros em apenas 19 dias de gestão. Enquanto o Sérgio Machado mostrou as ligações da cúpula do PMDB em tirar a presidente afastada Dilma Rousseff do poder e em frear as investigações da Lava Jato, Expedito teria mostrado o caminho percorrido pelo dinheiro desviado de obras e contratos da Transpetro.

O acordo de delação premiada de Sérgio Machado e de Expedito teriam sido firmados após os investigadores terem rastreado operações financeiras ligadas ao grupo que acabaram chegando ao fundo de investimento controlado por Did.

O acordo prevê, ainda, a devolução dos recursos originários do esquema e que foram investidos no fundo controlado por Did. O valor total a ser repatriado, porém, ainda não foi devidamente quantificado, mas investigadores já adiantaram que os valores envolvidos são “surpreendentes”.

As informações prestadas por Expedito são avaliadas como mais comprometedoras que os áudios gravados por seu pai e envolvem ainda mais o senador e ministro Romero Jucá (PMDB-RR) e o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP). Na semana passada, Jucá deixou Ministério do Planejamento após as gravações mostrarem que ele defendeu o impeachment da presidente Dilma como uma forma de “estancar a sangria” decorrente da Operação Lava Jato.

Nesta segunda-feira (30), foi a vez do ministro da Transparência, Fabiano Silveira, entregar o cargo após ao áudios mostrarem ele criticando a Lava Jato e orientando o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que também é investigado, sobre como se defender junto à Procuradoria Geral da República (PGR).

.

.

Com informações do Brasil247

É cada vez maior a consolidação da prefeita de Lago da Pedra como contraponto ao Governo do Estado; ela articula nos municípios e reúne lideranças para conversas sobre o atual momento do Maranhão.

maura-1
Maura Jorge parte para o Maranhão com base no que fez em Lago da Pedra.

A semana passada foi marcada por forte especulação dos prováveis nomes que disputarão a eleições de 2018 como candidatos a Governo do Estado.

Enquanto alguns nomes estão limitados a Brasília, em virtude de seus mandatos, Maura Jorge faz seu trabalho de base.

Nos últimos meses, a prefeita de Lago da Pedra, visitou dezenas de cidades maranhenses, a convite de lideranças municipais; e estará presente nos principais palanques nestas eleições municipais.

maura2
A prefeita pretende estar presente no maior número de municípios nestas eleições

Maura Jorge tem uma característica natural no corpo a corpo com a população:  simpatia e desenvoltura. Também se consolida pelo que tem a mostrar como gestora, após dois mandatos de prefeita.

E a própria classe política já a tem como opção para 2018.

É aguardar e conferir…

.

.

Por Marco D´Eça

Arquivos do blog