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A ex-prefeita de Presidente Dutra Irene Soares “inventou” de fazer o lançamento de sua pré-candidatura à prefeitura do município na tarde noite desta segunda-feira (30/05) apostando em duas vertentes: No desgaste da atual administração e na presença maciça de caciques da oposição, pelo menos foi isso que foi repassado a ela pelos assessores mais próximos. Quebrou a cara duas vezes.

1 – O prefeito Juran Carvalho navega em céus de brigadeiro com índices altíssimos de aprovação, tendo obtido inclusive a adesão de várias lideranças políticas no últimos dias.

2 – Nenhum membro graduado da oposição compareceu ao tal movimento.

Pela foto, pode-se notar que o evento anunciado com toda pompa, reuniu não mais que duzentos gatos pingados. “É, dona Irene, parece que o povo não lhe quer mais não”, avaliou uma pessoa presente.

Um outro presente foi mais brincalhão. “Rapaz, se eu fizer uma festa lá em casa, apenas com a bonequinha da Barby dá muito mais gente”, detonou. É cada uma.

Informações que chegaram ao Blog deram conta de que, de sua casa, a ex-prefeita, acompanhada apenas dos vereadores Toinho Veloso e Wallas Alves. O empresário Raimundinho da Audiolar, bem que abriu as portas de sua casa, mas cadê o povo da pipira? Não apareceu ninguém.

O que mais chamou a atenção foi a ausência de lideranças de peso da oposição, como o próprio Raimundinho da Audiolar, do Superintendente Regional de Articulação Política do governo do estado Ricardo Lucena, do vice-prefeito Orlando Pinto e sua esposa vereadora Kárita, Dionísio Oliveira Pinto, do empresário Gonzaga Tavares e muito menos Zezão, Aristeu e seu povo.

Outra curiosidade é que os movimentos promovidos pela ex-prefeita sempre foram marcados por um foguetório danado. Os foguetes estavam mais pra traques. Não deu nem pra se notar, muito menos ouvir.

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13319833_1632759313613229_8965015086526798564_nUma denúncia anônima levou os vereadores Dora Nogueira e Nilda Barbalho a um cemitério clandestino de medicamentos, não se sabe ainda se são vencidos ou não.

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Vereador Dora Nogueira

Os medicamentos foram encontrados distante 300 metros de onde funciona o lixão da prefeitura e teriam sido incinerados recentemente. São vidros e ampolas de vários tipos de remédios genéricos. “Uma carrada”, afirmou uma das pessoas presentes.

Para os dois vereadores que estiveram no local acompanhados de outras pessoas, o estranho é ver alí uma carrada de medicamentos jogados e queimados enquanto os mesmos medicamentos estão faltando em hospitais do município.

Nilda Barbalho e Dora Nogueira vão levar o caso à sessão da Câmara na próxima terça-feira e cobrar explicações do Secretário Municipal de Saúde Alexandre Miranda Leite.

Este Blog tentou contato com Alexandre Miranda, mas o seu aparelho celular estava desligado. Com a palavra o Ministério Público.

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Por Tereza Cruvinel

images-cms-image-000499836“O golpe em curso no Brasil é sofisticada operação político-financeira-jurídico-midiática , tipo guerra híbrida. E será muito difícil deslindá-la”, diz o jornalista Pepe Escobar.   E mais difícil fica na medida em que surgem contradições entre seus próprios artífices. A enxurrada de conversas que Sergio Machado, ex-presidente da Transpetro e um dos operadores do Petrolão,  teve e gravou com cardeais do PMDB, induz à ilusória percepção de que o impeachment da presidente Dilma Rousseff foi apenas um golpe tupuniquim, armado pela elite política carcomida para deter a Lava Jato e lograr a impunidade. O procedimento “legal” que garantiu a troca de Dilma por Temer, para que ela faça o que está fazendo, foi peça de  operação maior e mais poderosa desencadeada ainda em 2013 para atender a interesses internos e internacionais. E nela ficaram pegadas da ação norte-americana.

Interesses internos: remover Dilma, criminalizar o PT, inviabilizar Lula como candidato a 2018 e implantar uma política econômica ultra-liberal, encerrando o ciclo inclusivo e distributivista. Interesses externos: alterar a regra do pré-sal e inverter a política externa multilateralista que resultou nos BRICS, na integração sul-americana e em outros alinhamentos Sul-Sul.

As gravações de Machado desmoralizam o processo e seus agentes e complicam a evolução do governo Temer mas nem por isso o inteiro teor da trama pode ser reduzido à confissão de Romero Jucá, de que uma reunião de caciques do PMDB, PSDB, DEM e partidos conservadores menores, em reuniões noturnas, decidiram que era hora de afastar  Dilma para se salvarem. E daí vieram  a votação de 17 de abril na Câmara, a farsa da comissão especial e a votação do dia 11 de maio no Senado.

Um longo caminho, entretanto,  foi percorrido até que estes atos “legais” fossem consumados.  Para ele contribuíram a Lava Jato e suas estrelas, a Fiesp com seu suporte a grupos pró-impeachment e o aliciamento de deputados, o mercado com seus jogos especulativos na bolsa e no câmbio para acirrar a crise,  Eduardo Cunha e seus asseclas com as pautas bombas na Câmara.  E também as obscuras mas perceptíveis ações da NSA, Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos,  e da CIA,  na pavimentação do caminho e na fermentação do clima propício ao desfecho. Os grampos contra Dilma, autoridades do governo e da Petrobrás, os protestos contra o governo, o desmanche econômico e a dissolução da base parlamentar,  tudo se entrecruzou entre 2013 e 2016.

Se os que aparecem agora nas conversas gravadas buscaram poder, impunidade e retrocesso ao país de poucos e para poucos, os agentes externos miraram o projeto de soberania nacional e o controle de recursos estratégicos, em particular o petróleo do Pré-Sal. Não por acaso, a aprovação do projeto Serra, que suprime a participação mínima obrigatória da Petrobrás, em 30%, na exploração de todos os campos licitados, entrou na agenda de prioridades legislativas do novo governo.

Muito já se falou da coincidente chegada ao Brasil,  em agosto de 2013, de Liliana Ayalde como embaixadora dos Estados Unidos, depois de ter servido no Paraguai entre 2008 e 2011, saindo pouco antes do golpe parlamentar contra o ex-presidente Fernando Lugo.  Num telegrama ao Departamento de Estado, em 2009, vazado por Wikileaks, ela disse:. “Temos sido cuidadosos em expressar nosso apoio público às instituições democráticas do Paraguai – não a Lugo pessoalmente”. E num outro, mais tarde : “nossa influência aqui é muito maior que as nossas pegadas”. 

O que nunca se falou foi que a própria presidente Dilma, tomando conhecimento dos encontros que Ayalde vinha tendo com expoentes da oposição no Congresso, mandou um emissário avisá-la de que via com preocupação tais movimentos. Eles cessaram, pelo menos ostensivamente. Ayalde havia chegado pouco antes da Lava Jato esquentar e no curso da crise diplomática entre o Brasil e os Estados Unidos,  detonada pela denúncia do Wikleaks de que a NSA havia grampeado Dilma, Petrobrás e outros tantos. Segundo Edward , o ex-agente da NSA que denunciou a bibilhotagem,          “em 2013 o Brasil foi o país mais espionado do mundo”. Em  Brasília funcionou uma das 16 bases americanas de coleta de informações, uma das maiores.

A regra de exploração do pré-sal e a participação do Brasil nos BRICS (grupo formado por Brasil, Rússia, India. Chia e Africa do Sul),  especialmente depois da criação, pelo bloco, de um banco de desenvolvimento com capital inicial de US 100 bilhões, encabeçaram as contrariedades americanas com o governo Dilma.

Recuemos um pouco. Em dezembro de 2012, as jornalistas Cátia Seabra e Juliana Rocha publicaram na Folha de São Paulo telegrama diplomático vazado por Wikileaks, relatando a promessa do candidato José Serra a uma executiva da Chevron, de que uma vez eleito mudaria o modelo de partilha da exploração do pré-sal fixado pelo governo Lula: a Petrobrás como exploradora única, a participação obrigatória de 30% em cada campo de extração e o conteúdo nacional dos equipamentos. Estas regras, as petroleiras americanas nunca aceitaram. Elas querem um campo livre como o Iraque pós-Saddam. A Folha teve acesso a seis telegramas relatando o inconformismo delas com o modelo e até reclamando da “falta de senso de urgência do PSDB”.   Serra perdeu para Dilma em 2010 mas como senador eleito em 2014,  apresentou o projeto agora encampado pelo governo Temer.

No primeiro mandato, Dilma surfava em altos índices de popularidade até que, de repente, a pretexto de um aumento de R$ 0,20 nas tarifas de ônibus de São Paulo, estouraram as manifestações de junho de 2013. Iniciadas por um grupo com atuação legítima, o Movimento Passe Livre, elas ganham adesão espontânea da classe média (que o governo não compreendeu bem como anseio de participação) e passam a ser dominadas por grupos de direita que, pela primeira vez,  davam as caras nas ruas. Alguns, usando máscaras. Outros, praticando o vandalismo. Muitos inocentes úteis entraram no jogo. Mais tarde é que se soube que pelo menos um dos grupos, o MBL, era financiado por uma organização de direita norte-americana da família Coch.  E só recentemente um áudio revelou que o grupo (e certamente outros) receberam recursos também do PMDB, PSDB, DEM e SD

Aparentemente a ferida em Dilma foi pequena. Mas o pequeno filete de sangue atiçou os tubarões. Começava a corrida para devorá-la. A popularidade despencou, a situação econômica desandou,  veio a campanha de 2014 e tudo o que se seguiu.

Mas nesta altura, a espionagem da NSA já havia acontecido, tendo talvez como motivação inicial a guerra do pré-sal. Escutando e gravando, encontraram outra coisa, o esquema de corrupção.  E aqui entram os sinais de que as informações recolhidas foram decisivas para a decolagem da Lava Jato. Foi logo depois do Junho de 2013 que as investigações avançaram. A partir da prisão do doleiro Alberto Yousseff, numa operação que não tinha conexão com a Petrobrás,  o juiz federal Sergio Moro consegue  levar para sua alçada em Curitiba as investigações  sobre corrupção na empresa que tem sede no Rio, devendo ter ali o juiz natural do caso. Moro havia participado, em 2009,  segundo informe diplomático também vazado por Wikileaks, de seminário de cooperação promovido pelo Departamento de Estado, o Projeto Pontes, destinado a treinar juízes, procuradores e policiais federais no combate à lavagem de dinheiro e contraterrorismo. Participaram também agentes do México, Costa Rica, Panamá, Argentina, Uruguai e Paraguai.  Teria também muitas conexões com procuradores norte-americanos.

Com a prisão de Yousseff, a Lava Jato deslancha como um foguete. Os primeiros presos já se defrontam com uma força tarefa que detinha um mundo de informações sobre o esquema na Petrobrás.   Executivos e sócios de empreiteiras rendiam-se às ofertas de delação premiada diante da evidência de que negar era  inútil, só agravaria suas penas. O estilo espetaculoso das operações e uma bem sucedida tática de comunicação dos procuradores e delegados federais semeou a indignação popular. Vazamentos seletivos adubaram o ódio ao PT como “cérebro” do esquema.

As coisas foram caminhando juntas, na Lava Jato, na economia e na política. A partir do início do segundo mandato de Dilma, ganharam sincronia fina. Na Câmara, Eduardo Cunha massacrava o governo e a cada derrota o mercado reagia negativamente. A Lava Jato, com a ajuda da mídia, envenenava corações e mentes contra o governo. Os movimentos de direita e pró-impeachment ganharam recursos e músculos para organizar as manifestações que culminaram na de 15 de março.  A Fiesp entrou de cabeça na conspiração e a Lava Jato perdeu todo o pudor em exibir sua face política com a  perseguição a Lula, a coerção para depor no aeroporto de Congonhas e finalmente, quando ele vira ministro, a detonação da última chance que Dilma teria de rearticular a coalizão, com o vazamento da conversa entre os dois.

No percurso, Dilma e o PT cometeram muitos erros. Erros que não teriam sido fatais para outro governo, não para um que já estava jurado de morte. Mas este não é o assunto agora, nesta revisitação em busca da anatomia do golpe.

Em março, a ajuda externa já fizera sua parte mas as pegadas ficaram pelo caminho. O governo já não conseguia respirar. Mas, pela lei das contradições, a Lava Jato continuou assustando a classe política, sabedora de que poderia “não sobrar ninguém”.  É quando os caciques se reúnem, como contou Jucá, e decidiram que era hora de tirar Dilma “para estancar a sangria”.

Desvendar a engrenagem que joga com o destino do Brasil desde 2013 é uma tentação frustrante. Faltam sempre algumas peças no xadrez.  Mas é certo que, ainda que incompleta, a narrativa do golpe não é produto de mentes paranoicas. No futuro, os historiadores vão contar a história inteira de 2016,  assim como já contaram tudo ou quase tudo sobre 1964.

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Seis homens fortemente armados explodiram na madrugada deste sábado a agência do Bradesco que fica localizada na cidade de São Luís Gonzaga próximo a Bacabal.

Os assaltantes chegaram ao local em três motocicletas, estouraram os caixas eletrônicos e fugiram deixando a agência,  o Departamento de Polícia e uma viatura da PM crivada de balas.

No local, a polícia informou que foram encontrados estojos de munição de armas de calibre 40 e 12.

A agência do Banco do Brasil que fica no municipio, ainda não foi sequer recuperada devido o último arrombamento.

A lotérica da cidade também está de portas fechadas, também por motivo de assaltos. Agora com a explosão do único banco existente, o caos será ainda maior.

Toda a população de São Luís Gonzaga está tendo que se deslocar para a cidade de Bacabal para resolver problemas bancários e até mesmo para conseguir sacar dinheiro.

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Com informações do Blog de Luis Cardoso

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O asfaltamento era pra acontecer só no domingo próximo, mas a Prefeitura de Presidente Dutra resolveu asfaltar logo a Rua Doca Bina no Bairro Paulo Falcão na tarde desta sexta-feira 27-05. Os moradores acompanharam o trabalho das máquinas da porta de suas casas. Alguns nem acreditava no que estavam vendo, tamanho era o sonho de ver o asfalto passar na sua rua.

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O corpo de Cicero Romão de Araújo Sirqueira de 26 anos foi encontrado no povoado Criolí do Sinhá, zona rural de Graça Aranha e o de sua companheira Maria Alice de Sousa de 21, às margens da BR-135 na localidade Baixão Grande a dez quilômetros de São Domingos.

A policia ainda não tem pistas de quem tenha cometido o duplo assassinato. A suspeita é de acerto de contas, já que o casal tinha várias passagens pela polícia. Ele por tráfico de drogas e ela por roubo e envolvimento com drogas.

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Cícero e Alice, juntamente com uma menor de idade foram presos no dia 10 de fevereiro do ano passado por policiais militares do 18º BPM de posse de drogas, dinheiro, armas, celulares e um carro roubado. O trio foi acusado de cometer vários assaltos a correspondentes bancários de Presidente Dutra, conforme noticiou este Blog. Abaixo a reportagem de Stephanie Pacheco especial para a TV Cidade.

O curioso é que duas horas depois de ser entregue na delegacia por policiais militares, Maria Alice fugiu pela porta da frente da 13ª DP de Presidente Dutra sem que ninguém percebesse (Clique Aqui e releia). A suspeita foi de facilitação e ela teria fugido pra São Domingos. Este fato deixou a cúpula da PM indignada.

Nos últimos meses, o casal estava morando em São Paulo e teria retornado há poucos dias para São Domingos do Maranhão pra visitar alguns parentes e foi assassinado.

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