Lateral-esquerdo é titular do MAC e mira sequência durante a disputa do torneio, que começa no próximo domingo.

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Rômulo César quer manter a boa fase no MAC (Foto: Bruno Alves)

Rômulo César chegou ao MAC durante o Campeonato Maranhense e como uma aposta da equipe, então comanda por Meinha. Logo nas primeiras rodadas o lateral-esquerdo, de 25 anos, ganhou a chance no time titular e não saiu mais das escalações. Agora, mantendo a vaga no time titular, é um dos jogadores de confiança do técnico Luís Miguel para o time atleticano avançar para segunda fase na Série D.

– Cheguei como uma aposta e pude permanecer no grupo. Agradeço ao técnico Meinha que me deu a oportunidade para ajudar a equipe. Minha permanência é principalmente por causa da meta da diretoria do MAC, que quis manter a base que disputou o Estadual – disse Rômulo.

A boa fase de Rômulo no MAC, é encarada como um renascimento para o lateral-esquerdo. Revelado no Vitória da Conquista, em 2012, o jogador desembarcou no Imperatriz e foi um dos destaques na Copa União, com dois gols e uma assistência. Após isso, o lateral defendeu o Tiradentes, na temporada seguinte e voltou ao futebol maranhense para defender o Sampaio.

No seu retorno, o jogador acabou prejudicado com uma série de lesões e foi dispensado após realizar apenas dois jogos. Após isso, acumulou uma passagem pelo Sergipe e voltou ao Imperatriz, em 2015, mas novamente sem grande destaque. Após a disputa do Estadual pelo MAC, o lateral almeja manter a boa fase durante a Série D.

– Fiz uma boa Copa União pelo Imperatriz e depois fui para o Tiradentes, onde tive boas atuações. Depois disso, sofri com lesões, mas me recuperei nesse Campeonato Maranhense e quero dar continuidade na Série D.

Com Rômulo César entre os titulares, o MAC estreia na Série D no próximo domingo. O time atleticano encara o Altos, às 16h no Castelão.

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Por Bruno Alves – São Luís

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O médico veterinário e pré-candidato a prefeito de São Domingos do Maranhão Whaubtyfran Teixeira (PEN), popularmente conhecido como “Biscoito”, vem mostrando força politica no município mesmo sem está exercendo nenhuma mandato eletivo.

Uma prova disso foram os recursos na ordem de Um Milhão e Meio de Reais conseguidos por Whaubtyfran para São Domingos junto à CODEVASF – Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba com a ajuda do Deputado Estadual Raimundo Cutrim (PC do B). Cutrim fez questão de anunciar da tribuna da Assembleia Legislativa a conquista dos recursos. Confira no vídeo abaixo.

Ao todo serão perfurados 10 (Dez) poços artesianos compostos Bombas e Reservatórios que irão beneficiar cerca de cinco mil famílias, ou vinte e dois mil habitantes da zona rural do município.

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Continuando com o propósito de asfaltar grande parte das ruas, povoados e bairros do município, a prefeitura de Presidente Dutra começou nesta segunda-feira 06 o asfaltamento de todo o Bairro Cohab.

O asfaltamento das ruas sempre foi uma antiga reivindicação de seus moradores que somente agora está sendo concretizada. De acordo com o prefeito Juran Carvalho, a qualidade do asfalto que está sendo aplicado, segue os mesmos padrões das demais ruas que já foram asfaltadas. “Se o projeto diz que é três centímetros, é três centímetros”, afirma Juran. O prefeito adiantou ainda que logo após a colocação do asfalto, o meio fio e as sarjetas serão construídos. “Isso é praxe da nossa administração, por onde passa o asfalto, passa também o meio fio e a sarjeta, sem isso a prefeitura não paga”, concluiu.

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O Globo – O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu abertura de inquérito contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), os senadores Romero Jucá (PMDB-RR), o ex-presidente José Sarney e outros políticos do PMDB. Todos eles estão no pedido enviado por Janot ao ministro Teori Zavascki, relator dos processos da Operação Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), por terem sido acusados pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado de receberem propinas. A informação foi divulgada neste domingo pelo “Fantástico”, da Rede Globo.
No sábado, O GLOBO revelou que, em depoimentos da delação premiada, Sérgio Machado disse que distribuiu mais de R$ 70 milhões em propina de contratos da estatal para Renan Calheiros, Romero Jucá e José Sarney, entre outros líderes do PMDB. Segundo Machado, o valor mais expressivo, de R$ 30 milhões, foi destinado a Renan, o principal responsável pela indicação dele para a presidência da Transpetro, subsidiária da Petrobras e maior empresa de transporte de combustível do país.
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Machado disse ainda que repassou cerca de R$ 20 milhões para Sarney durante o período que esteve à frente da estatal. Romero Jucá — que ficou uma semana como ministro do Planejamento do governo Michel Temer — também recebeu aproximadamente R$ 20 milhões.
Sérgio Machado fala sobre altas somas em propinas com autoridade. A partir do acordo de delação, ele próprio se comprometeu a devolver aproximadamente R$ 100 milhões, fortuna acumulada com desvios de contratos entre grandes empresas e a Transpetro.
LOBÃO E JADER TAMBÉM IMPLICADOS
CkQu9cAWYAAjpDXMachado disse que abasteceu também as contas dos senadores Edison Lobão (PMDB-MA) e Jader Barbalho (PMDB-PR). As acusações são consideradas devastadoras, pois Machado indicou os contratos fraudados e os caminhos percorridos pelo dinheiro até chegar aos parlamentares. Relatou que o dinheiro era desviado de contratos firmados entre a Transpetro e grandes empresas. O esquema funcionou durante todo o período em que Machado esteve à frente da Transpetro, de 2003 até ano passado.
A estrutura de arrecadação de propina e lavagem de dinheiro seguiu padrões tradicionais. O dinheiro passava por várias pessoas até chegar ao políticos mencionados por Machado. Em alguns casos, foi entregue diretamente ao interessado.
Machado deixou claro que o dinheiro era para custear campanhas e pagar despesas pessoais. E disse que arrecadava e repassava a propina pois achava ser esta a missão dele, ou seja, garantir retorno financeiro ao grupo político responsável pela sustentação dele à frente da estatal.
Renan indicou Machado para a presidência da Transpetro em 2003, no início do primeiro mandato do ex-presidente Lula, e manteve apoio à permanência dele no cargo até ano passado, mesmo após ter sido acusado por Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, de receber propina.
A indicação teria ainda apoio de Jucá, Sarney e Lobão. A combinação dos grampos feitos por Machado com os depoimentos dele e do filho, Expedito Machado, deixa Renan, Sarney e Jucá em situação extremamente delicada.
Nas conversas gravadas, Renan, Jucá e Sarney aparecem discutindo meios de barrar as investigações da Operação Lava-Jato. Renan defende mudança na lei para dificultar delações. Jucá fala no impeachment de Dilma Rousseff como forma de “estancar a sangria” da Lava-Jato.
Renan negou que tenha recebido dinheiro de Machado: “Jamais recebi vantagens de ninguém e sempre tive com Machado relação respeitosa e de estado”, disse o senador, segundo um de seus assessores. Renan também disse que “nunca indicou ninguém para a Petrobras ou para o setor elétrico”.
Jucá disse que “nega o recebimento de qualquer recurso financeiro por meio de Machado ou comissões referentes a contratos realizados pela Transpetro”.
Em nota, Sarney afirma “protestar, desmentir e repudiar” as acusações. Fala em “falta de caráter” de Machado, que “teve a vilania de gravar nossas conversas, até mesmo em hospital”. “Vou processá-lo por denunciação caluniosa”, disse o ex-presidente.

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O ministro do Turismo e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves deverá ser o próximo auxiliar do governo interino de Michel Temer a deixar o cargo. Há muito tempo, o ministro vem sendo citado em delações premiadas por se beneficiar de propinas do esquema corrupto na Petrobrás. A oposição já comemora a possível queda de Henrique Eduardo Alves, que deve acontecer ainda no decorre dessa semana.

A certeza dos oposicionistas veio depois que o Procurador Geral da República Rodrigo Janot, através de despacho ao Supremo Tribunal Federal, afirmou que o ministro Henrique Eduardo Alves, atuou para obter recursos desviados da Petrobras em troca de favores para a empreiteira OAS no Congresso.

Parte do dinheiro do esquema da Lava Jato teria abastecido a campanha de Alves ao governo do Rio Grande do Norte em 2014, quando ele acabou derrotado.

No documento, Janot aponta que a negociação envolvia o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro.

“Houve, inclusive, atuação do próprio Henrique Eduardo Alves para que houvesse essa destinação de recursos, vinculada à contraprestação de serviços que ditos políticos realizavam em benefício da OAS”, escreveu Janot.

“Tais montantes (ou, ao menos, parte deles), por outro lado, adviriam do esquema criminoso montado na Petrobras e que é objeto do caso Lava Jato”, completou.

Documento praticamente sacramenta sua queda do governo interino já que o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou que a posição de Michel Temer ‘é que a pessoa envolvida na Lava Jato deixe a equipe’.

O pedido de inquérito também cita outros nomes fortes do governo Temer, como o próprio presidente interino, o ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, e o secretário-executivo do Programa de Parcerias de Investimento, Moreira Franco.

Janot faz referências à doação de R$ 5 milhões que Pinheiro teria feito a Temer e afirma que o pagamento tem ligação com a obtenção da concessão do aeroporto de Guarulhos, atualmente com a OAS.

“Léo Pinheiro afirmou que explicaria, pessoalmente, para Eduardo Cunha [sobre a doação], mas que o pagamento dos R$ 5 milhões para Michel Temer estava ligado a Guarulhos”, escreveu Janot – leia aqui.

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