Por: Dalvino Barbosa.

O Cordino Esporte Clube, segue sua preparação para a disputa do campeonato Maranhense da Série B, a onça se apresentou no dia 18 de agosto, o treinador será Junior Amorim ex- Imperatriz, o elenco está sendo formado com jogadores experientes, como o ídolo Ulisses, o atacante Casagrande, o zagueiro Leone, e o atacante Paulo Rangel ex-Tuna Luso e com figuras de destaque do nosso futebol maranhense como é o caso do Nadson ex- Sampaio Correa. Com 23 jogadores no elenco o time continua no mercado, segundo o diretor de Futebol Mauro, a intenção é formar um time competitivo para buscar o acesso para a elite do futebol maranhense. A estreia da Onça na competição acontece dia 13 de setembro no estádio Leandrão quando recebe o Balsas.

A Federação maranhense divulgou a tabela do campeonato maranhense, a competição será dividida em 3 grupos, sendo 1 da capital e 2 do interior do estado.

GRUPO A – Americano, São Luís, Expressinho, Santa Quitéria e Tupan

GRUPO B – Lago Verde, São José, Timon

GRUPO C- Balsas, Cordino e ITZ Sport

Formato de Disputa

  • 1ª Fase – Classificatória: jogos dentro dos grupos, com avanço dos 4 melhores colocados do grupo A e dos 2 melhores dos grupos B e C;
  • 2ª Fase – Quartas de final: cruzamentos entre capital e interior;
  • 3ª Fase – Semifinais: ida e volta;
  • 4ª Fase – Final: jogo único com mando definido por sorte

RELAÇÃO DO ELENCO DO CORDINO:

GOLEIROS ( Redson, ex- Imperatriz, Hiarley do Cordino e Henrique Cordino)

LATERAIS DIREITO: (André Cunha, ex- Tocantinopolis, Everton ex- Fluminense Pi,)

LATERAIS ESQUERDO: ( Negueba, ex Imperatriz, Wendel Neri. ex -Trem Amapá)

ZAGUEIROS:( Leone, ex MAC, Dedé Baiano, ex -Trem Amapá, Gabriel Recife, ex -Trem Amapá, Arthur, Cordino)

VOLANTES: (Derlan, ex -Canaã Pará, Hatos, ex-Tocantinópolis)

MEIAS: (Neto Maranhão, ex- Tuntum, Vitor, ex-Tuntum, Nadson ex- Sampaio)

ATACANTES: (Filipinho, ex-Imperatriz, Debu, ex- Águia de Marabá, Rochinha, ex-Tocantinopolis, Casagrande, ex-Fedal da Malásia, Ulisses, Paulo Rangel, ex-Tuna Luso)

Por: Dalvino Barbosa.

Se dentro de campo a situação do Sampaio é deprimente com sucessivas quedas serie B para Serie C, Série C para a D a crise só aumentou, depois que o professor do IFMA-Monte Castelo, Raimundo Santos de Castro, protocolou uma denúncia no Ministério Público do Maranhão que pede o afastamento imediato do presidente Sérgio Barbosa Frota, no comando do clube desde 2008. Com apoio de torcedores organizados no movimento “Resgata Bolívia Querida – Movimento pelo Sampaio Corrêa Livre, Transparente e do Povo”. A denúncia aponta indícios de gestão patrimonial lesiva, citando a venda do Centro de Treinamento José Carlos Macieira — avaliado em mais de seis milhões de reais — supostamente sem aprovação do Conselho Deliberativo e sem transparência sobre o destino dos recursos. O professor Raimundo Castro, me relatou os motivos pelos quais o levou a protocolar a denúncia.

CONFIRA NA INTEGRA AS ALEGAÇÕES:

 

A VERDADE SOBRE O SAMPAIO CORRÊA

  1. A denúncia formal
  • Entrei com representação no Ministério Público do Maranhão pedindo:
  • Afastamento cautelar imediato do atual presidente;
  • Nomeação de interventor judicial;
  • Auditoria completa nas contas do clube;
  • Convocação de novas eleições em até 90 dias.
  1. Os fatos mais graves
  • Venda irregular do CT José Carlos Macieira, avaliado em mais de R$ 6 milhões, feita sem consulta aos sócios e com o próprio presidente atuando como procurador do vendedor, e não do clube.
  • Ausência de transparência: até hoje não houve prestação de contas clara sobre o destino dos valores, e, em quase duas décadas de gestão, o que se viu foram apenas duas ou três demonstrações precárias, sem qualquer relatório financeiro devidamente auditado.
  • Concentração indevida de poder: mudanças sucessivas no estatuto deram poderes quase absolutos ao presidente, restringindo a democracia e impedindo a participação dos sócios.
  • Prejuízo à função social do clube: a torcida e a comunidade foram sistematicamente excluídas das decisões mais importantes da história do Sampaio.
  1. As violações legais
  • Lei Geral do Esporte (Lei 14.597/2023): descumprida pela ausência de governança democrática e mecanismos de integridade.
  • Constituição Federal (arts. 215 e 216): desrespeitada, pois o clube é patrimônio cultural imaterial do Maranhão.
  1. A prova na imprensa
  • O jornal O Imparcial revelou que:
  • Desde 2009, parte do CT já estava negociada por imobiliária com o aval do atual presidente.
  • Em 2022, o Ministério Público firmou um TAC obrigando o Sampaio a pagar R$ 200 mil a um “antigo dono” do CT, fato que permanece nebuloso até hoje.
  • Em 2025, veio a demolição de parte do CT, confirmando a dilapidação de um dos maiores patrimônios do clube.
  1. A gravidade do momento
  • Em agosto de 2025, a eliminação na Série D deixou o Sampaio sem calendário nacional em 2026 — reflexo direto da má gestão esportiva e administrativa.
  • O clube, centenário e símbolo do povo maranhense, corre o risco de perder definitivamente sua identidade e função social se a Justiça não agir com urgência.
  1. O que exigimos:
  • Que o Ministério Público e a Justiça atuem imediatamente, com afastamento do atual gestor e nomeação de interventor.
  • Que sejam feitas audiências públicas com a torcida, para discutir o futuro do clube.
  • Que a transparência volte a ser regra, e não exceção.
  • Que o Sampaio Corrêa retorne às mãos do povo, seu verdadeiro dono.

“O Sampaio Corrêa não é feudo nem espólio. É patrimônio cultural, afetivo e popular do Maranhão. Por amor ao clube, denunciamos, exigimos justiça e lutaremos até o fim pela verdade e pela devolução do Sampaio ao seu povo.” Afirmou o professor.

A Justiça do Maranhão decidiu manter a prisão preventiva do prefeito de Igarapé Grande, João Vítor Peixoto Moura Xavier, acusado de assassinar o policial militar Geison Thiago da Silva dos Santos, de 39 anos. A decisão foi proferida nesta terça-feira (26) pelo juiz Luiz Emílio Braúna Bittencourt Júnior.

O gestor, que está afastado do cargo por 120 dias, responde pelos crimes de homicídio qualificado, receptação e porte ilegal de arma de fogo.

A defesa de João Vítor pediu a revogação da prisão, alegando que o prefeito é réu primário, possui residência fixa e bons antecedentes. Também sustentou que não haveria risco à ordem pública ou à instrução criminal, além de propor a aplicação de medidas cautelares alternativas.

O juiz, porém, não acatou os argumentos. Para ele, as circunstâncias do crime revelam “gravidade concreta” e indicam risco de reiteração delitiva. A primariedade e os bons antecedentes, segundo destacou, não bastam para afastar a necessidade da prisão preventiva.

Segundo a denúncia do Ministério Público, após uma discussão em uma festa, o prefeito foi até o carro, pegou uma arma de fogo e efetuou vários disparos contra o PM.

O laudo cadavérico aponta que a vítima foi atingida por cinco tiros, sendo três disparados pelas costas. Testemunhas ouvidas no inquérito confirmaram a versão de que o prefeito atirou pelas costas do policial militar, reforçando a acusação de homicídio qualificado.

A tese de legítima defesa apresentada pela defesa não foi comprovada de imediato e será analisada durante a instrução do processo.

Na decisão, o magistrado também determinou o desentranhamento de postagens de redes sociais apresentadas pela defesa, por considerar que elas não tinham relação direta com o caso e poderiam ofender a dignidade da vítima. A medida segue a Lei 14.245/2021 (Lei Mariana Ferrer).

O Ministério Público já havia se manifestado contra a soltura do prefeito. Agora, deverá se pronunciar sobre o pedido de habilitação de assistente de acusação no prazo de cinco dias.

Enquanto isso, João Vítor segue preso preventivamente e o caso continua repercutindo fortemente no Maranhão, não apenas pela brutalidade do crime, mas também pelo fato de envolver um prefeito em pleno exercício de mandato acusado de assassinar um policial militar.

O governador Carlos Brandão divulgou, nesta quarta-feira (27), o calendário de pagamento dos precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF). Os precatórios do FUNDEF correspondem a recursos devidos pela União aos estados e municípios referentes a repasses não realizados entre 1998 e 2006, reconhecidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2017.

Segundo a publicação, o cronograma contempla servidores ativos, aposentados, desligados e também herdeiros de servidores da educação que já faleceram.

A secretária de Educação, Jandira Dias, celebrou a notícia. “O governador Carlos Brandão vinha empenhando esforços, pessoalmente, junto ao Supremo Tribunal Federal, para agilizar o trâmite do pagamento dos professores beneficiários. É uma alegria divulgarmos o calendário de pagamentos e os valores corrigidos com juros diários, que entrarão no rateio destinado aos professores,” destacou.

Calendário de Pagamento
01/09 (segunda-feira): Servidores ativos e início da entrega da documentação de herdeiros
02/09 (terça-feira): Pagamento dos Aposentados
03/09 (quarta-feira): Início do pagamento dos Desligados

Orientações para herdeiros
Além do calendário, a Seduc detalhou os procedimentos destinados aos familiares de servidores falecidos que têm direito ao recebimento dos valores.

Para os herdeiros que ainda não receberam nenhuma parcela, o primeiro passo é solicitar à Seduc uma declaração de valores pelo e-mail herdeiros.fundef@edu.ma.gov.br, informando o nome e CPF do servidor falecido, anexando documento de identificação e a certidão de óbito. Com o documento, é necessário ingressar na Justiça e requerer a expedição de um alvará judicial, procedimento obrigatório para o levantamento dos valores.

Após a expedição do alvará, a documentação completa deve ser reunida em um único arquivo PDF e enviada ao e-mail suprarq@edu.ma.gov.br. Entre os documentos exigidos estão: declaração de valores emitida pela Seduc, decisão judicial que indica o percentual destinado a cada herdeiro, certidão de óbito, documentos pessoais do servidor e dos beneficiários, além do comprovante bancário.

Para os herdeiros que já receberam a primeira parcela, o processo pode ser mais simples. Se os mesmos beneficiários já constam no alvará anterior, basta reenviar os seguintes documentos: ofício, alvará, certidão de óbito e documentos pessoais do servidor falecido e comprovante bancário dos herdeiros listados no alvará. Em caso de inclusão de novos herdeiros, é necessário repetir todo o trâmite judicial.

A Seduc informou ainda que, nos casos em que os recursos foram depositados judicialmente, se a sentença já especificar os beneficiários e os valores correspondentes, o pagamento pode ser realizado através do envio de email para suprarq@edu.ma.gov.br com os seguintes documentos em anexo: decisão judicial que indica o percentual destinado a cada herdeiro, certidão de óbito, documentos pessoais do servidor e dos beneficiários, além do comprovante bancário. Caso contrário, será indispensável a apresentação de novo alvará judicia.

Fonte: Seduc/MA
27/08/2025

Menos de 24 horas após este Blog ter denunciado a sessão relâmpago realizada na última quinta-feira (21/08), um detalhe chamou à atenção e ajuda a explicar por que a reunião da Câmara Municipal de Presidente Dutra durou menos de uma hora: os vereadores, supostamente em conluio entre situação e oposição, teriam feito um “acordão” para “blindar” a deputada estadual Daniela (PSB), alvo recente da Polícia Federal. Os vereadores negam, mas que foi estranho ninguém tocar no assunto, isso foi.

Na segunda-feira (18) anterior à sessão, Daniela e o marido Fábio Gentil, ex-prefeito de Caxias, foram alvos da Operação Lei do Retorno, que investiga desvios milionários de recursos do FUNDEB, valores que, segundo a PF, ultrapassam R$ 50 milhões de reais. Ao invés de cobrar explicações de Daniela – que foi votada duas vezes em Presidente Dutra – como esperava a população, os parlamentares municipais, simplesmente preferiram o silêncio ensurdecedor.

Segundo informações obtidas por este Blog, a sessão curta seria apenas uma manobra para evitar que o caso tomasse um proporção ainda maior ecoada nos discursos na Câmara Municipal. Um pacto de silêncio teria sido firmado entre vereadores governistas e oposicionistas, deixando claro que, quando se trata de proteger aliados e figurões políticos, não existe lado A ou lado B.

Não é segredo para ninguém que muitos vereadores da atual legislatura se aliaram à deputada. Entre os que tiveram laços com Daniela estão:

Wallas  Alves, Fernando Sereno, Eliete Moraes, Tom Santos, Franklim Torres (vereador licenciado e atualmente Secretário de Assistência Social), Zinaldo Bezerra e o ex-vereador Aristeu Nunes (hoje vice-prefeito), que a apoiaram em 2022; e os chamados “neo-danielistas” Juran Carvalho, Adonias Colméia, Mano do Pingo de Gente e Airton Nutrilar, que estavam alinhados a ela na eleição de 2024.

Com esse histórico, não causa surpresa que a Câmara Municipal de Presidente Dutra tenha se transformado em palco de blindagem política. O que deveria ser uma casa de cobrança, fiscalização e de defesa da população virou, mais uma vez, instrumento de conveniência política.

Enquanto a Polícia Federal apura o rombo milionário em recursos que deveriam estar sendo usados na educação, os “briosos” vereadores de Presidente Dutra, supostamente optaram pelo silêncio. Não se trata de mera omissão: trata-se de cumplicidade política, um verdadeiro escárnio contra quem paga impostos e confia na atuação do Legislativo municipal.

Já a população, tem o direito de perguntar: os vereadores estão na Câmara Municipal de Presidente Dutra para defender o povo ou para acobertar malfeitos de políticos investigados?

A tão prometida “nova política” em Dom Pedro parece ter morrido logo após a eleição de 2024. O prefeito reeleito Galego Mota (PSB), que passou a campanha inteira vomitando discursos sobre transparência, moralidade e eficiência, mostrou na prática o oposto do que pregava: transformou a Prefeitura de Dom Pedro em um verdadeiro cabide de empregos familiares, beneficiando parentes seus e de seus secretários, como se o poder público fosse um puxadinho de sua casa.

O caso vergonhoso ganhou uma proporção tão grande que o Ministério Público do Maranhão interveio e recomendou a exoneração imediata de todos os secretários e servidores comissionados que possuem vínculos familiares. Em outras palavras: o MP está desmontando a “panelinha” montada por Galego Mota e seus aliados.

Na representação, o promotor Wlademir Soares de Oliveira expôs a estrutura escandalosa de nepotismo instalada dentro da gestão Galego Mota. Exemplos não faltam:

 Elizangela Vieira dos Santos, coordenadora da Assistência Social, é mãe da secretária de Saúde, Andréia Vieira dos Santos.

 Andressa Vieira dos Santos, também coordenadora, é irmã da mesma secretária.

– Na Assistência Social aparece Ana Lúcia Feitosa Custódio, auxiliar administrativa, irmã da secretária de Administração, Sônia Lúcia Lopes Feitosa Machado, e ainda Laura Lúcia Feitosa de Sousa, coordenadora do Hospital Municipal, outra irmã da secretária.

– A Secretaria de Educação também virou “herança de família”: Márcio Arlindo Gomes Matos Júnior, professor, é filho do secretário de Obras, que emplacou ainda outros dois parentes: Vinícius Kaique Gomes Matos Júnior e Delmara Gomes Matos Júnior.

– Na mesma lista aparece Márcia Gerdia Gomes Matos Carneiro, irmã do secretário de Obras, e Rosilda Sena dos Santos, coordenadora da Educação, cunhada do secretário de Administração.

– A denúncia vai além: o MP aponta que parte dos nomeados não possui qualificação técnica para os cargos, o que reforça que as escolhas foram feitas apenas por favorecimento pessoal.

– Agora fica a pergunta que não quer calar: onde está a transparência que o prefeito Galego Mota tanto propagava na campanha? Porque, até aqui, o que se vê é um prefeito que entregou os principais cargos da máquina pública a familiares e aliados, deixando de lado os princípios básicos que regem a administração pública: impessoalidade, moralidade e eficiência.

Se não acatar a recomendação do MP, Galego Mota pode enfrentar ações judiciais e processos de improbidade administrativa, colocando em risco não apenas sua imagem, mas também o seu mandato.

Enquanto isso, o povo de Dom Pedro assiste indignado a mais um capítulo do velho filme de sempre: promessas de mudança na campanha e, na prática, mais do mesmo… ou até pior.

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