Por: Dalvino Barbosa

O juiz Douglas de Melo Martins da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, deferiu parcialmente o pedido de tutela de urgência formulado pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA) e determinou o afastamento cautelar de toda a diretoria da Federação Maranhense de Futebol (FMF) e do Instituto Maranhense de Futebol (IMF). A decisão foi proferida nesta segunda-feira (4).

O Magistrado determinou que a advogada Susan Lucena Rodrigues seja a administradora provisória da FMF e do IMF pelos próximos 90 dias. Susan é a atual diretora da Casa da Mulher Brasileira.

Neste período, Susan Lucena terá plenos poderes para realizar o levantamento completo da situação financeira, patrimonial, contábil e documental das entidades, adotar providências de saneamento da gestão, garantir a transparência dos atos administrativos e conduzir um novo processo eleitoral para a escolha da diretoria da FMF, com ampla publicidade e participação dos clubes filiados.

NÃO QUERO A PRESIDÊNCIA:

Em entrevista ao programa Ponto Continuando, da 92.3 FM, nesta noite, a advogada Susan Lucena, atual diretora da Casa da Mulher Brasileira, afirmou que não pretende concorrer ao cargo de presidente da Federação Maranhense de Futebol (FMF).

“Não faço parte da atual diretoria e também não tenho pretensão de disputa-la (presidência). O objetivo é neste prazo de 90 dias obter todas as informações; criar um plano de trabalho; ver a questão regimental; dar uma organizada na Federação para que ela possa ser devidamente conduzida por quem vir a ser eleito”, afirmou Susan

 

247 – O ministro Alexandre de Moraes, do STF, decretou nesta segunda-feira (4) a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em face do reiterado descumprimento de medidas cautelares impostas anteriormente, decreto a prisão domiciliar, justificou o magistrado na decisão.

“Como diversas vezes salientei na Presidência do TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, A JUSTIÇA É CEGA, MAS NÃO É TOLA!!!!!”, escreveu Moraes.
“Cumpra-se, com urgência”, finalizou o ministro.

As medidas cautelares foram determinadas no inquérito no qual o filho do ex-presidente Eduardo Bolsonaro é investigado pela sua atuação junto ao governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para promover medidas de retaliação contra o governo brasileiro e ministros do Supremo e tentar barrar o andamento da ação penal sobre a trama golpista.

A cidade de São José dos Basílios, no interior do Maranhão, enfrenta um verdadeiro colapso no abastecimento de água. Há mais de 30 dias a população sofre com a falta total de água nas torneiras, um descaso que escancara a irresponsabilidade da CAEMA — Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão. O problema se agravou com a queima da bomba do poço principal, localizado nas proximidades da igreja da cidade, e até agora nada foi feito pela companhia responsável pelo fornecimento de água no estado.

Enquanto isso, a comunidade segue em sofrimento. Sem acesso à água potável, os moradores estão sendo obrigados a buscar água em locais distantes, enfrentando dificuldades e riscos à saúde.

A Prefeitura Municipal foi forçada a intervir e adquiriu mais um carro-pipa para tentar amenizar o drama vivido pelas famílias. “Se não fosse o prefeito que está mandando entregar água em nossas casas, eu não sei o que seria da nossa vida”, desabafou uma moradora, visivelmente revoltada com a postura negligente da Caema.

O prefeito Ronaldo Vieira ainda tentou resolver a situação por conta própria. Segundo relatos da população, o gestor procurou a gerência regional da Caema para comprar uma bomba nova com recursos do município, propondo que o valor fosse abatido de dívidas herdadas da gestão passada. A resposta da empresa? Um sonoro “não”. Ou seja: a Caema nem resolve o problema, nem deixa que o prefeito resolva.

Segundo a comunidade, rsse descaso é inaceitável. A Caema virou as costas literalmente para São José dos Basílios, mas não se esquece de enviar a conta todo mês aos consumidores, mesmo que das torneiras não saia uma única gota d’água.

O Ministério Público do Maranhão precisa agir imediatamente. A situação configura omissão de serviço essencial, colocando em risco a saúde pública e a dignidade da população. É urgente que se mova uma ação civil pública contra a Caema o mais rápido possível por sua inércia criminosa.

São José dos Basílios pede socorro. E exige respeito!

Um grava acidente ocorreu agora há pouco na BR-135, próximo a cidade de São Mateus no Maranhão envolvendo uma carreta bitrem e provvavelmente um caminhão baú dos correios. Informação repassada pelo auto do vídeo é que o motorista sobreviveu. Mais informações a qualquer momento. O acidente provocou um gigantesco engarramento nos dois sentidos da rodovia.

Recentemente, o presidente do MDB de São Luís, Cléber Verde, anunciou apoio à pré-candidatura de Hilton Gonçalo ao Senado Federal.

A cidade de Santa Rita, no Maranhão, se tornou referência em boa gestão pública graças ao trabalho incansável do Dr. Hilton Gonçalo. Reconhecido por seus mandatos de prefeito que transformaram a realidade do município, Hilton construiu uma trajetória sólida, pautada em competência técnica, responsabilidade social e compromisso com o desenvolvimento regional.

Sua atuação à frente da prefeitura não apenas modernizou a cidade, mas também levou qualidade de vida aos santa-ritenses por meio de investimentos em saúde, educação, infraestrutura e geração de emprego e renda. Esse histórico fez de Hilton Gonçalo uma das maiores lideranças políticas do estado, capaz de unir diferentes forças e dialogar com todas as esferas de poder em busca de soluções para o povo maranhense.

Recentemente, o presidente do MDB de São Luís, Cléber Verde, anunciou apoio à pré-candidatura de Hilton Gonçalo ao Senado Federal. Para Verde, Hilton reúne todos os atributos necessários para representar o Maranhão em Brasília com firmeza e compromisso. “O Maranhão precisa de um senador com compromisso com as causas do nosso povo, que conheça a realidade do estado e tenha coragem para fazer diferente. Por isso, declaro meu apoio à pré-candidatura de Hilton Gonçalo”, afirmou o deputado federal, que é o decano da bancada maranhense e detentor de mais mandatos consecutivos em exercício.

Em resposta, Hilton agradeceu o apoio e reforçou que sua candidatura é construída de forma coletiva: “Recebo com alegria o apoio de Cléber Verde, uma liderança respeitada e comprometida com o Maranhão. Nosso projeto é coletivo e visa representar cada maranhense com seriedade e trabalho”.

A adesão do MDB da capital fortalece ainda mais a base política de Hilton Gonçalo, que já conta com respaldo de prefeitos, parlamentares, lideranças comunitárias e movimentos sociais. Cléber Verde também adiantou que pretende somar forças trazendo mais prefeitos para o projeto, consolidando um grupo coeso em prol de um Maranhão mais justo e desenvolvido.

Com uma trajetória marcada por resultados e por uma visão administrativa inovadora, Hilton Gonçalo desponta como um nome preparado para levar ao Senado a experiência de quem conhece de perto os desafios do Maranhão e tem coragem de fazer diferente. Caso eleito, os maranhenses terão no Congresso Nacional um verdadeiro representante de suas causas e esperanças.

A capital do Maranhão, São Luís, agora conta com o seu primeiro gasoduto de distribuição de gás natural, com extensão de quatro quilômetros. A estrutura integra o Sistema de Distribuição de Gás Natural (SDGN2), implantado oficialmente pelo governador Carlos Brandão nesta quarta-feira (30), em solenidade realizada na base operacional da Companhia Maranhense de Gás (Gasmar) no Porto do Itaqui.

Implementado pela Gasmar, empresa estadual responsável pelo projeto, o SDGN2 passa a fornecer 250.000 m³ por dia de gás natural à mineradora Vale. É o segundo sistema de distribuição de gás natural do Maranhão e contou com R$ 100 milhões em investimentos. A estatal maranhense já atuava na operação e manutenção do SDGN1, no Complexo Termoelétrico da Parnaíba, com base operacional em Santo Antônio dos Lopes, município na região Central do Maranhão.

Com a abertura do SDGN2 em São Luís, há a possibilidade de expansão da oferta de gás natural para hospitais, estabelecimentos comerciais e indústrias da região metropolitana e até mesmo para uso residencial no futuro.

A utilização de gás natural é apontada por especialistas do setor energético como solução viável para redução das emissões de gases de efeito estufa, especialmente em setores econômicos de difícil descarbonização.

“Isso aqui é um  marco na história do Maranhão, especialmente aqui em São Luís, porque nós estamos implantando uma energia renovável, uma energia com menos poluição, com menos emissão de gás carbônico. Corresponde a redução do custo de energia, uma energia mais barata, mais limpa e será, com certeza, um grande atrativo para nossos investidores”, ressaltou o governador Carlos Brandão.

Redução na emissão de carbono e baixo custo operacional

A implementação do SDGN2 possibilita a distribuição do gás natural do Porto do Itaqui diretamente às instalações da empresa Vale, que agora opera comercialmente com a Gasmar. Com o contrato firmado com a Gasmar, a Vale anunciou uma redução de 28% nas emissões de carbono na usina de pelotização em São Luís, com a substituição do óleo.

“Essa iniciativa pra gente é fantástica. Estamos promovendo com ela uma redução de 28% das nossas emissões de gás carbônico. Isso contribui com o objetivo mais macro da Vale, que é uma redução de 30% das suas emissões até 2030. É um projeto que toca no ambiental e reduz o nosso custo de operação, torna as nossas usinas mais competitivas frente ao mundo”, avalia o gerente geral de operações de Pelotização da Vale, Giosan Souto.

De acordo com o diretor-presidente da Gasmar, Allan Kardec Duailibe, a disponibilidade de gás natural na região industrial de São Luís significa expansão da oferta fundamental para atração de novos negócios e formação de futuras cadeias econômicas. “Aqui nós estamos iniciando aquilo que o governador nos pediu, que se chama industrialização do Maranhão, usar o produto do Maranhão para ser consumido pelas indústrias do Maranhão. Quando você fala de indústria, você fala de emprego e renda gerados aqui mesmo no Maranhão. Esse é o primeiro impacto. O segundo impacto é, obviamente, o impacto ecológico. O gás é muito mais limpo do que o óleo combustível”, frisa Kardec.

COP30 e matriz energética sustentável

Um dos exemplos possíveis de utilização desse tipo de energia limpa vem do mercado automotivo. A implantação do SDGN em São Luís pode viabilizar a adoção do Gás Natural Veicular (GNV), fator que pode impulsionar a economia estadual, com a geração de novos empregos e fontes de renda. O governador Carlos Brandão destacou a importância do novo SDGN para atração de novos negócios e sobre o uso de fontes energéticas que promovam a sustentabilidade ambiental.

A implantação do sistema de distribuição de gás natural será um dos temas tratados pelo Maranhão na COP30 [Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025], marcada para novembro deste ano, em Belém (PA).

“Vamos divulgar esse fato para que novos investidores procurem se instalar nesse entorno aqui do Porto do Itaqui. Lembrando que nós também estamos pensando futuramente no gás veicular. Eu tenho sempre cobrado que a gente possa colocar o gás nos carros, nos motoristas de táxi, motoristas de aplicativo, porque a gente produz 8,5 milhões de metros cúbicos de gás por dia na região de São Antônio do Lopes para alimentar cinco termelétricas que geram energia”, pontuou Brandão.

A solenidade de implantação do Sistema de Distribuição de Gás Natural (SDGN2) também contou com a presença do deputado federal Pedro Lucas Fernandes e do presidente da Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB).

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