Do blog de Marco D’Eça

Um prefeito só desvia recursos públicos por que sabe que sempre haverá um “juiz amigo” para inocentá-lo. Um deputado comete crimes por que espera contar com o “abraço” do desembargador, que influencia nas decisões das instâncias inferiores. Bandidos como Big-Big – finalmente morto nesta semana – debocham da polícia por que contam com juizes para colocá-lo de volta às ruas, sucessivas vezes. Os demais poderes só são corruptos por que contam com a corrupção no Judiciário. A sociedade também é masis criminosa por causa da corrupção do Judiciário. Por isso, há de se comemorar a decisão do Supremo Tribunal Fderal sobre as prerrogativas do Conselho Nacional de Justiça. O CNJ não é o ideal, mas trouxe um alento para os que se sentem a mercê de bandidos de toga em todas as instâncias e esferas da Justiça brasileira. E eles são muitos, como definiu a própria corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon. São desembargadores que ameaçam jornalistas com decisões intimidatórias; são juízes estaduais que negociam sentenças nos corredores dos tribunais; juízes federais que usam do cargo para fazer política às escondidas no interior e tráfico de influência nos órgãos feerais; e filho de magistrados que negociam ações nos tribunais. Pelo menos, eles continuaram com a ameaça sob suas cabeças, ainda que se considerem semideuses.

E qualquer deslize moral ou legal, CNJ neles…

Fernando Sá

Ao aceitar conversar com a prefeita de Presidente Dutra Irene Soares (PRB) sobre sucessão municipal, Fernando Gonçalves de Sá (PMDB), pai da suplente de deputada estadual Priscylla Sá (PT do B), não está preocupado se pretensa madrinha da candidatura de sua filha faz a pior administração que o município já viu, está preocupado mesmo é em arranjar um grupo político consolidado, mesmo desgastado como o de Irene, para tentar se fortalecer politicamente. Fernando sabe que sem um grupo apoiando, a candidatura Priscylla Sá à prefeitura já nasce morta. Em 2004 Fernando foi cortejado para ser vice de todos os candidatos naquela eleição. Não aceitou. Dizia sempre que: “Quem quiser que venha ser meu vice, eu não abro mão da cabeça de chapa”. Se achou eleito e não fechou nem com Irene Soares, nem com Raimundinho da Audiolar. O saldo da história? Uma votação pífia para prefeito: Apenas 926 votos e olha que ele tinha um pequeno grupo político que lhe ajudou e muito que era composto por ele vereador e por mais dois vereadores, Raniére Mazille e Dionízio Oliveiro Pinto e ainda: Zinaldo, Lopim, Paizim, Zezim da Oficina, Pedro Cabral, entre outros. Hoje seu grupo resume-se a ele e a filha Priscylla Sá. Fernando poderá está mirando no que ver e poderá acertar o que não ver. Na minha opinião ele acha que com o desgaste político e a inevitável derrocada administrativa de Irene Soares pós mandato, os irenistas ficarão órfãos de lideranças e Priscylla, respaldada com a votação local que teve para deputada estadual cairia perfeitamente como uma luva dentro do grupo ireniano. Só precisa combinar com as velhas raposas ligadas à prefeita e principalmente com o eleitor.

Do Blog de Marco D’Eça

O candidato Hernando Macêdo figura em primeiro lugar em todas os cenários da eleição em Dom Pedro pesquisados pelo Instituto Escutec.  Na pesquisa espontânea, ele alcança 25,2% na pesquisa, contra 18,9% da atual prefeita, Arlene Costa.

No cenário estimulado, com a participação dos principais candidatos, Macêdo registra 39,2%, contra 27,2% do Dr. Fabrício e 22,3% de Arlene Costa.
O instituto também que ouvir a população de Dom Pedro sobre uma disputa direta entre Hernando Macêdo e Arlene Costa. Ele venceria as eleições com 53,5%, contra 29,2% dados à prefeita. De acordo com omlevantamento, 14,6% dos eleitores não votariam em nenhum dos dois.

Outros 2,7% não quiseram ou não souberam responder.
Arlene Costa registra também a maior rejeição entre os candidatos. Nada menos que 47,5% dos eleitores diseram não votar nela de jeito nenhum. Outros 17,9% rejeitaram o nome de Hernando Macêdo. Dr. Fabrício apresenta 9,3% de rejeição.
O Instituto Escutec ouviu 301 eleitores de Dom Pedro, nos dias 21 e 22 de janeiro. A margem de erro da pesquisa é de 5 pontos percentuais, para mais ou para menos.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o nº 0004/2012, no dia 26 de janeiro.

O comerciante Dy, proprietário do Bar de mesmo nome localizado na Praça Gonçalo Barros ao lado da casa lotérica é a mais nova aquisição política da prefeita de Presidente Dutra Irene Soares e seu grupo. É isto mesmo! Dy “pipirou”. A adesão do comerciante aconteceu na semana passada e a festa de comemoração foi no sábado 28/01 no próprio Bar do Dy com a presença de Irene Soares e dúzia e meia de bajuladores e puxa sacos, entre eles o vice-prefeito Zezão e o Presidente da Câmara Itamar Lucena Lima. Faltou gente e sobrou “manguaça” e foguete. Para o foguetório, foram compradas nada menos que quinze girândolas de 460 tiros cada uma no comércio do Carlinhos na feira do mercado central. O foguete comeu solto por boa parte do dia para comemorar a conquista de um único voto. Amigos próximos dizem que Dy só leva o voto dele mesmo. Segundo uma fonte do blog, para conseguir o “precioso” voto do Dy, a prefeita Irene Soares teria alugado o local onde funciona o Bar até o final da campanha eleitoral para funcionamento do comitê do seu candidato a prefeito. De acordo com a mesma fonte, pelo acerto, Dy receberia adiantado uma parte em dinheiro do aluguel do ponto, vai ficar funcionando o bar até o início da campanha, para só depois desocupar e entregar aos coordenadores irenianos. Feito isto, terá que se contentar em vender cerveja em lata numa caixa de isopor na calçada de sua casa.
Só Zoada
Irene Soares não está interessada em conquistar votos, porque não tem mais condições políticas e administrativas para isto. Vivendo um inferno astral dentro e fora do seu próprio grupo, a prefeita quer somente fazer zoada na tentativa de mais uma vez querer impressionar o eleitor desinformado, atitude típica de administradores fracassados e sem prestígio em final de mandato. Explica-se: Alugando as instalações do Bar do Dy para funcionamento do comitê político do seu candidato a prefeito, Irene acredita que o final de todas as manifestações políticas deste ano serão realizadas naquele local, como acontece em todas as campanhas eleitorais, ali se aglomera um grande número de pessoas. Multidão impressiona, e ela acha que isso poderá mudar a cabeça do tão enganado eleitor presidutrense. O tiro poderá sair pela “culatra”. Em conversa com este blogueiro, outros pré-candidatos afirmaram que irão tirar a “Faixa da Gaza”, como é mais conhecido o percurso em frente ao Bar do Dy, do roteiro de suas passeatas e carreatas.
Só para refrescar a cabeça do Dy
Na campanha eleitoral passada, Dy preferiu votar no candidato Juran Carvalho (Ex-PSB hoje PV), o que causou ira nos  partidários da prefeita Irene Soares. Tanto que passaram a persegui-lo em virtude das enormes movimentações promovidas pelos “Patos” (como são chamados os eleitores de Juran) na frente do seu bar. A raiva foi tão grande que no quente da campanha o hoje vice-prefeito Zezão juntamente com os advogados do comitê da então candidata a reeleição Irene Soares ajuizaram na Jusitça Eleitoral Ação contra Dy e seu Bar alegando violência no local. O Bar do Dy ficou fechado por quase uma semana causando-lhe enormes prejuízos na época. Hoje Dy e Zezão são aliados políticos. Depois não venham me dizer que dois “pipiras” (eleitores de Irene) não se bicam. O Bar do Dy que antes era conhecido como o Point dos Patos, agora nada mais é, do que o Ninho das Pipiras.

É pouco provável que algum deputado estadual venha “adoecer” em 2012 abrindo vaga para o suplente de sua coligação. Dois motivos reforçam esta afirmação: O ano eleitoral e a CPI dos 73 milhões. Nenhum deputado estadual vai querer tirar licença para “tratamento de saúde” deixando seu suplente assumir, abandonando suas bases por quatro meses em ano eleitoral. Isto refletiria decisivamente na eleição de 2014. Suponhamos que um deputado se licencie em 01 de março de 2012, por exemplo. Este deputado só voltaria a assumir seu posto novamente em 01 de julho, portanto, no quente da campanha para prefeito. Sem o palanque da Assembléia e distância do governo, este deputado vai perder terreno e a briga por convênios para suas bases eleitorais. E tem ainda uma CPI contra o prefeito João Castelo em pleno funcionamento. A Assembléia Legislativa do Maranhão esta apurando onde foram parar 73 milhões de reais de um convênio celebrado entre a prefeitura de São Luis e o ex-governo Jackson Lago para o setor de saúde e construção do elevado da Cohab. Entre os deputados está a prefeitura de São Luis e o Governo do Estado. E aí? Algum deputado vai ter coragem de “adoecer”?

A última semana foi bastante movimentada dentro do grupo político da prefeita de Presidente Dutra Irene Soares. O principal pivô da confusão, o marido dela Carlos Fialho. No centro do furacão a suplente de deputada estadual Priscylla Sá (PTdoB). Fialho e um parente enrolado da prefeita resolveram “peitar” de frente velhas raposas do grupo, ensaiando uma possível candidatura de Priscylla com apoio de Irene. Foi a gota d’água. Ninguém aceitou a idéia que já tinha até data marcada para lançamento. Segundo informações repassadas ao blog a atitude de Carlos Fialho tem um responsável: o Deputado Estadual Rigo Teles. Os dois não se “cheiram” há muito tempo, Fialho quer ver o deputado pelas costas e longe do grupo. Os mais zangados com a história eram os já lançados pré-candidatos Aristeu Nunes e Biné Soares. Os dois jogaram duro, afirmando que se “Priscylla Sá fosse lançada candidata de Irene, eles estavam fora do grupo”. Foi um Deus nos acuda e a coisa não desmantelou de vez porque os “bombeiros políticos” entraram em cena apagando o fogo e aposentando a idéia. Pelo menos por enquanto.


Irene não respeita seus aliados
“Não se sabe o que se passava na cabeça de Irene Soares para aceitar uma idéia tão maluca com esta inventada pelo seu marido. Temos bons nomes dentro do grupo que podem perfeitamente disputar sua sucessão”, afirmou um irenista de prôa. A pergunta é: Será que Irene Soares respeita seus aliados, aqueles a quem os usou por tanto tempo? Será que aliados como José Nunes Martins, Dionízio Oliveira Pinto, Jarbas Araújo, Orlando Pinto, Itamar e Lindomar Lucena e tantos outros baixariam suas cabeças aceitando Priscylla Sá aterrissar de pára-quedas dentro do grupo e todos terem que bater continência só porque Carlos Fialho queria? Sinceramente, jamais acreditaria nesta hipótese. Nem se Irene estivesse com alto índice de aprovação e não fazendo a administração desastrosa que está fazendo.

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