- Adonias Soares
- 06/09/2013
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Qualquer pessoa, física ou jurídica, poderá solicitar o parcelamento dos seus débitos decorrentes de multas por infrações ambientais aplicadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais do Maranhão (Sema).
O pedido de parcelamento poderá ser feito de duas formas. O interessado poderá preencher o requerimento que se encontra disponível no site da Sema e entregá-lo no setor de protocolo do órgão ambiental estadual localizado no andar térreo da sede da Sema, na Avenida dos Holandeses, nº 04, quadra 06, edifício Manhattan, Calhau, em São Luís. Outra opção é requerer o parcelamento dos débitos diretamente no setor de protocolo, na sede da Sema. O pedido de parcelamento será apreciado por uma comissão julgadora, constituída por meio da portaria nº75/2012, a qual poderá aprová-lo no todo ou em parte, ou inclusive, indeferir o pedido, caso as condições não se apliquem aos termos definidos na portaria n° 59 de 16 de Abril de 2013 publicada pela Sema no dia 22 de abril de 2013. Essa portaria está disponível no site da Sema no Menu Publicações e editais/ Portarias da Sema (www.sema.ma.gov.br).
O interessado que optar pelo parcelamento deverá pagar a parcela inicial de 30% do valor total do débito em até 20 dias após a assinatura do termo de compromisso de parcelamento da dívida. O restante do valor devido poderá ser parcelado em até 48 meses, na forma e nas condições estabelecidas na portaria de parcelamento. O valor mínimo de cada parcela será de R$300,00, quando o infrator for pessoa física e de R$ 500,00 quando o infrator for pessoa jurídica.
O parcelamento de débitos decorrentes de multas por infrações ambientais faz parte de uma Campanha da Sema que tem como objetivo promover a regularização de dívidas junto ao órgão ambiental estadual, de modo a evitar maiores transtornos aos empreendedores e usuários e a opção pelo parcelamento evita a inscrição do débito na Dívida Ativa Estadual.
Outras informações podem ser obtidas na Assessoria de Planejamento da Sema, localizada no andar térreo da sede, na Av. dos Holandeses, nº 04, quadra 06, edifício Manhattan, Calhau, em São Luís ou pelo telefone: (98) 3194-8900 (ramal 8912) com Pedro Igor Melo, no horário das 14h às 18h.
Fonte: SEMA
- Adonias Soares
- 06/09/2013
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Posse de Fábio Macêdo na direção do Diretório Municipal do PDT está prevista para acontecer às 16h.
Dom Pedro em festa neste sábado sete de setembro. E não é por causa das comemorações alusivas ao dia da independência do Brasil. Desembarca no município o Ex-Ministro do Trabalho Carlos Lupi, Presidente Nacional do PDT para um grande evento partidário. Na ocasião, Lupi passará a

presidência do Diretório Municipal do PDT para o empresário Fábio Macêdo, jovem liderança que vem se destacando na região com reais chances de se tornar um nome forte do partido para disputar uma vaga de deputado estadual nas eleições do próximo ano. Fábio Macêdo promete uma grande festa e aproveitou a oportunidade para convidar todos os seus conterrâneos e amigos para receber e prestigiar Carlos Lupi, “Quero convidar todos os nossos amigos e conterrâneos para receber o nosso amigo e Presidente Carlos Lupi”, disse Fábio Macêdo.
Para Fábio Macêdo, é uma honra dirigir o PDT de sua cidade, “Vamos movimentar o partido, buscar novos filiados, buscar alternativas de contribuir para o desenvolvimento de Dom Pedro, tenho certeza que com a nova diretória que vai contar ainda com meus amigos Neto Modestino e Ademar Junior (Junior do Bá) vamos construir um partido sólido e forte em Dom Pedro” Destacou Fábio Macêdo.
O encontro acontece na Unidade Educacional Estado da Paraíba neste sábado a partir das quatro horas da tarde. Os organizadores esperam uma grande movimentação na cidade.
- Adonias Soares
- 05/09/2013
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Morreu na manhã desta quinta-feira 05/09/2013, o funcionário público aposentado do IBGE, Olímpio Pereira Lima, pai do ex-vereador e atual Secretario Municipal de Governo da Prefeitura de Presidente Dutra, José Henrique de Sousa Lima.
Olímpio Pereira Lima nasceu na cidade de Mirador no dia 24 de julho de 1931. Trabalhou juntamente com seus irmãos no engenho de cana de propriedade de seu pai. Casou-se com Maria Tomázia Sousa Lima, tia do prefeito de Presidente Dutra Juran Carvalho, em 25 de dezembro de 1957, com quem teve quatro filhos: Eliana, Orleans, José Henrique e Rildo. Na década de 70 ingressou no Serviço Público Federal como funcionário público IBGE em Presidente Dutra, onde trabalhou até se aposentar.
Os familiares de Olímpio Pereira Lima comunicam que o seu corpo esta sendo velado em sua residência, localizada na Rua Rio Branco 106, Centro em Presidente Dutra e o enterro será no cemitério local às nove horas da manhã de sexta-feira.
- Adonias Soares
- 04/09/2013
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Nesta, a ex-prefeita de Presidente Dutra Irene Soares se superou. Na ânsia desenfreada de querer mostrar serviço no apagar das luzes de sua desastrosa passagem pela prefeitura do município tentando eleger seu sucessor, Irene fez de tudo, mas de tudo mesmo.
As fotos acima e abaixo mostram uma “inovação” da administração da ex-prefeita Irene: SALAS DE AULAS COM AR CONDICIONADO. Tudo bem, tudo ótimo, não fosse um pequeno detalhe: OS APARELHOS FORAM COLOCADOS EM SALAS SEM O FORRO. Seria cômico, se não fosse verdade. Uma atitude que beira ao ridículo e ao mesmo tempo a total falta de respeito com o cidadão presidutrense.
- Adonias Soares
- 04/09/2013
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Pelo visto a disputa vai ficar entre os dois grupos Sarneys, ou seja, aqueles que continuam no governo atual de Roseana Sarney e os que deixaram o grupo Sarney, depois de décadas mamando nas tetas e só conseguindo alguma coisa quando defendiam o grupo.
Quem são os principais aliados de Flávio Dino? De onde vieram? Serviram o grupo Sarney por quantos anos? Quantas vezes esses aliados foram eleitos com apoio total do grupo Sarney? O pai de Flávio Dino já faz parte do grupo Sarney há quantos anos?
Essa não é uma esquerda prá lá de esquisita? Fica um cheiro de enxofre no ar!!!
Do outro lado estão aqueles que apóiam a candidatura de Luis Fernando, que estão seguindo o rito natural.
Mas cadê o candidato da verdadeira esquerda do Maranhão? Alguém viu por aí um nome que surgiu para substituir o do Dr. Jackson Lago?
A esquerda tradicional maranhense jamais esteve ao lado do grupo Sarney, como é essa “esquerda sarneysista”… Isso fica claro que será uma disputa entre o mesmo grupo, sendo os que continuam fieis ao grupo contra aqueles que tiveram seus desejos contrariados.
Veja a composição da oposição na Assembléia Legislativa e busque o histórico de cada um deles. O único ali que nunca passou um bom tempo no grupo Sarney foi o deputado Bira do Pindaré, os demais foram todos Sarneysistas, sendo crias desse grupo.
Mensure e diga se isso é uma oposição de fato? Não é muita hipocrisia, tirando o Bira do Pindaré, algum desses “sarneys esquerdistas” subir à tribuna para detonar com um grupo do qual fez parte tanto tempo e conseguiu tantas coisas?
Sabe da verdade!!! A oligarquia que tanto alardeiam comandará esse estado por mais um século ou quiçá eternamente, pois a verdadeira esquerda de deixou minguá desde 2006, quando ficou encanta com o canto da sereia!!! Pegou o bonde errado, pois deixou que um ex-sarneysista com mais de 50 anos de serviços prestados ao Sarney, conduzisse a esquerda, com isso perdeu o rumo!!!
Agora, veremos uma disputa entre os Sarneys contra os ex-Sarneys, coisa que leva o domínio total dos sarneysistas na política maranhense!!!
A história está aí para mostrar… Ah!!! Assim como não existe ex-filho, não existe ex-sarney, pois suas revoltas estão relacionadas aos desejos contrariados!!!
- Adonias Soares
- 01/09/2013
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Abaixo o relato da Avogada Virgínia Duailíbe falando do atendimento que recebeu na UPA do Araçagy em pleno domingo. Confira.

Virgínia Duailibe* – “Nome da sua mãe? Seu nome completo, data de nascimento, endereço?”, perguntou a enfermeira no setor de triagem. Mesmo com muita dor no pé quebrado, percebi que ela tinha um jeito amável e digitava muito rápido os meus dados no computador.
Olhei em volta, surpresa com a grande sala de espera, organizada e limpa, com aquele cheiro inconfundível de assepsia em ambiente hospitalar, corredores largos, bem iluminados, atendimento ordenado e sem tumulto. Alguém com um sorriso no rosto me estende um pequeno pedaço de papel indicando que eu seria a terceira a ser atendida no Raio-X e a sexta, na consulta ao ortopedista.
Continuei minha “inspeção” visual, enquanto me dirigia mancando para o local que me indicaram. No trajeto, vi que todos os pacientes e seus acompanhantes estavam sentados, aguardando, e notei que havia nos corredores e portas das salas uma sinalização moderna e bem explicativa para orientar os pacientes. Uma cadeira azul no setor de espera, vazia, parecia estar à minha disposição.
Em pouco tempo, tirei o Raio-X, recebi do ortopedista o diagnóstico de fratura e tive meu pé esquerdo imobilizado em uma pequena sala, onde a parede branca ao lado da maca onde sentei era toda enfeitada por adesivos coloridos. Sim, isso mesmo! Adesivos de bichinhos, árvores, flores, céu e nuvens, como se a parede fosse a página de um grande e colorido livro de estórias infantis.
Para quem conhece a realidade dos hospitais públicos de emergência, parece impossível que eu esteja narrando um fato passado em uma unidade pública de atendimento emergencial.
Mas não foi um sonho e muito menos é uma brincadeira que faço com vocês. Aconteceu comigo e posso dar data e hora: dia 11 de agosto, manhã de um domingo.
E isso tudo se passou na UPA do Araçagy. Confesso que também para mim foi uma surpresa, e das boas. A imagem que eu tinha de um hospital público de emergência era a visão caótica e dolorosa do Socorrão I, onde fui, tempos atrás, saber do estado de pessoas que trabalhavam comigo e que, acidentadas no trânsito, foram levadas para lá. Nunca vou me esquecer do descaso e da insensibilidade que vi como eram tratados aqueles doentes, amontoados nos corredores de cheiro nauseante, das marcas de sangue pelo chão, das paredes sujas. Dos gemidos, do choro, dos gritos. E do semblante impassível das pessoas dizendo a familiares que pediam notícias de parentes:
“Acho que ele morreu no centro cirúrgico…” Assim, como quem comenta sobre o tempo ou o capítulo da novela.
Essa imagem que ficou em mim do Socorrão I, de uma grande caixa de concreto, caótica, quase um gigantesco túmulo, provavelmente foi a causa do meu espanto quando entrei na UPA do Araçagy, com o pé quebrado.
A UPA era o inverso do inverso do inverso, como na música.
Faço esse relato para que todos nós, que moramos em São Luís, possamos dizer com orgulho que temos serviços públicos de atendimento médico de emergência dignos e eficientes, nas UPAs espalhadas pela cidade.
E essa eficiência passa pela gestão competente, profissional, experiente, de todos os envolvidos e com o propósito de fazer da saúde pública não uma sala de espera para atestados de óbito, mas uma prestação de serviços digna de seres humanos. Ajudando a vida e não acelerando a morte. Aliás, como deveria sempre ser.
Ah! E antes que pensem que eu fui “favorecida” no meu atendimento, quero dizer que não, passei por todas as etapas de praxe. Quem me conhece bem, sabe que isso não faz meu gênero. Portanto, repito: não “furei a fila”, pois o atendimento da UPA do Araçagy é ordenado seja quem for o paciente, de qualquer condição social ou em qualquer estado de saúde que possa ser atendido pela estrutura do local. Nada de privilégios!
Se você duvida, vá lá, nem que seja só para conferir a excelência do atendimento prestado.
Posso assegurar que, como aconteceu comigo, quem for vai se surpreender e se orgulhar por ter à sua disposição um serviço público que merece aplausos e elogios.
Com as UPAs de São Luís, é assim: ver para crer.
* Advogada, analista de Mercado, Planejamento e Marketing Imobiliário
Publicado hoje na página de Opinião em O Estado do Maranhão

