Estão abertas as inscrições gratuitas do Programa CNH Social no Maranhão. Os interessados devem preencher um formulário eletrônico disponível no site oficial do Programa CNH Social (cnhsocial.detran.ma.gov.br). O período de inscrições será de 3 de outubro a 22 de outubro de 2025 e somente on-line.

Para o candidato que não possuir acesso à internet, será possível realizar a inscrição diretamente nas unidades regionais do Detran-MA (Ciretrans e Postos Avançados), locais onde o acesso ao formulário eletrônico será disponibilizado.

O governo do Estado, por meio do Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão (Detran-MA), realiza na manhã desta sexta-feira (3), no Salão de Atos do Palácio dos Leões, em São Luís, o lançamento do edital do Programa CNH Social 2025.

O que é o CNH Social 2025

O CNH Social é uma política pública nacional sancionada pela Lei nº 15.153/2025, que permite o uso de recursos provenientes de multas de trânsito para custear todas as etapas da obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para pessoas de baixa renda.

O programa cobre:

  • Exames médicos e psicológicos
  • Aulas teóricas e práticas
  • Exames teórico e prático
  • Emissão da Permissão para Dirigir (PpD) nas categorias A (motocicleta) ou B (carro)

Quem pode participar

Para ter direito à CNH Social 2025, o candidato deve:

  • Ter 18 anos ou mais
  • Estar inscrito no CadÚnico
  • Possuir renda mensal de até meio salário mínimo per capita (R$ 706,00 por integrante da família)

Municípios contemplados

A execução do programa depende da integração dos municípios ao Sistema Nacional de Trânsito (SNT). No Maranhão, 72 cidades já possuem infraestrutura mínima para viabilizar o programa. As vagas serão distribuídas da seguinte forma:

  • 6.000 vagas para a primeira habilitação categoria A
  • 4.000 vagas para a primeira habilitação categoria B

Entre os municípios contemplados estão:

1.    Açailândia
2.    Alcântara
3.    Aldeias Altas
4.    Alto Alegre do Maranhão
5.    Alto Alegre do Pindaré
6.    Amarante do Maranhão
7.    Arame
8.    Arari
9.    Axixá
10.  Bacabal
11.  Balsas
12.  Barão de Grajaú
13.  Barra do Corda
14.  Barreirinhas
15.  Bequimão
16.  Bom Jesus das Selvas
17.  Bom Lugar
18.  Buriti Bravo
19.  Buriticupu
20.  Campestre do Maranhão
21.  Carolina
22.  Carutapera
23.  Caxias
24.  Chapadinha
25.  Cidelândia
26.  Codó
27.  Colinas
28.  Conceição do Lago-Açu
29.  Coroatá
30.  Davinópolis
31.  Estreito
32.  Gonçalves Dias
33.  Governador Nunes Freire
34.  Grajaú
35.  Icatu
36.  Imperatriz
37.  Itapecuru-Mirim
38.  Itinga do Maranhão
39.  João Lisboa
40.  Lago da Pedra
41.  Loreto
42.  Matões
43.  Mirador
44.  Morros
45.  Paço do Lumiar
46.  Passagem Franca
47.  Paulino Neves
48.  Paulo Ramos
49.  Pedreiras
50.  Pindaré-Mirim
51.  Pinheiro
52.  Pio XII
53.  Presidente Dutra
54.  Rosário
55.  Santa Helena
56.  Santa Inês
57.  Santa Luzia
58.  Santa Rita
59.  São Bento
60.  São João do Sóter
61.  São João dos Patos
62.  São José de Ribamar
63.  São Luís
64.  São Luís Gonzaga do Maranhão
65.  São Mateus do Maranhão
66.  Timon
67.  Trizidela do Vale
68.  Tuntum
69.  Tufilândia
70.  Tutóia
71.  Viana
72.  Vitorino Freire

CNH Social 2025: inscrições gratuitas e on-line

As inscrições para o Programa CNH Social 2025 serão realizadas de 3 a 22 de outubro, exclusivamente pela internet, por meio do site oficial: cnhsocial.detran.ma.gov.br.

Para quem não tiver acesso à internet, será possível se inscrever presencialmente nas unidades regionais do Detran-MA (Ciretrans e Postos Avançados), onde o formulário eletrônico estará disponível.

Por Dalvino Barbosa

CBF divulgou nesta quarta-feira (1°) o novo calendário do futebol brasileiro para 2026. O pacote de mudanças faz parte do projeto que a entidade colocará em prática no ciclo até 2029.

Segundo dirigentes da confederação, dois conceitos nortearam a confecção do novo calendário: aliviar a quantidade de jogos dos times considerados de elite (os da Série A) e aumentar o número de jogos dos times considerados como a base da pirâmide do futebol brasileiro, e que careciam de um calendário para o ano inteiro (times de divisões inferiores).

Dentre as mudanças mais significativas estão a diminuição do número de datas dos campeonatos estaduais de 16 para 11 – ainda com três meses de duração -, o inicio do Brasileirão marcado para 28 de janeiro (durante a disputa dos estaduais) e um novo formato para a Copa do Brasil, com mais times, os grandes entrando mais tarde e a final disputada em jogo único.Além disso, uma reformulação nos campeonatos regionais, a criação da nova Copa Sul-Sudeste e a ampliação da Série D são as medidas que já entrarão em vigor a partir de 2026.

De acordo com a CBF, essas medidas diminuirão o número de jogos por temporadas dos principais times do país e colocará no calendário nacional mais 82 equipes, que atualmente se restringem às disputas estaduais. Um aumento inicial de 26%, que pode acrescentar mais clubes ao final do ciclo.

“Essas mudanças têm dois motivos e objetivos principais: reduzir a carga de jogos dos times da elite do futebol, que enfrentam maratonas, e ampliar a competição para equipes que passam meses inativas. É uma questão de justiça esportiva e equilíbrio. Ouvimos clubes, federações, representantes do mercado e colaboração de diversas áreas da CBF”, discursou o presidente Samir Xaud, em evento. “2026 será um ano de transição, mas toda caminhada precisa de um primeiro passo”Atualmente, em média, cada time da Série A do Brasileirão disputa 67,5 jogos por temporada. O novo calendário reduzirá em até 9 jogos este montante.Ainda segundo lideranças da entidade, a reformulação do calendário, o subsídio de novos clubes nas disputas e criação de novos torneios vai custar, aproximadamente, R$ 82 milhões aos cofres da confederação.

Brasileirão e Estaduais

Uma das mudanças mais importantes diz respeito aos estaduais e ao Campeonato Brasileiro. A redução das datas dos torneios das federações já era um anseio de muitos clubes e treinadores, mas esbarrava em questões econômicas e políticas dentro da própria CBF.Ao assumir o comando da confederação, Samir Xaud traçou como uma de suas primeiras medidas encabeçar essa mudança e isso já será visto em prática em 2026.Terminar definitivamente com os estaduais não está nos planos no ciclo 2026/2029. Dentro da CBF existe uma preocupação grande com o chamado “ecossistema” do futebol nas federações, que são os times pequenos e todos que dependem deles, como jogadores de menor projeção e até o impacto econômico que isso causa nas pequenas cidades que abrigam as equipes.Por isso a decisão nesse novo ciclo foi manter os estaduais, ainda que em menos datas, e aumentar as possibilidades dessas equipes disputarem regionais ou divisões menores do Campeonato Brasileiro.Com menos datas de estadual, abre-se espaço para um Brasileirão começando antes. A primeira rodada do torneio nacional será no fim de semana de 28 e 29 de janeiro.Com isso, ganha-se mais tempo para trabalhar a pausa para a Copa do Mundo, dessa vez maior por comportar 48 seleções. A CBF estima 55 dias sem os jogadores convocados para o torneio da FIFA. Nesse período, os clubes darão 15 dias de recesso para seus atletas, assim como foi no Mundial de Clubes esse ano.O novo calendário do Brasileirão fará com que ele concorra com os estaduais. Entre o fim de janeiro e março, teremos o torneio nacional dividindo datas com os das federações. E aí mora o primeiro grande gargalo do calendário.Porque além desses dois, ainda teremos a disputa das duas primeiras fases eliminatórias da CONMEBOL Libertadores. Dois times brasileiros terão três competições concomitantes nos primeiros meses do ano.

A nova Copa do Brasil

O torneio nacional de mata-mata também ganhou marcantes alterações em seu formato. A começar pelo aumento de times. Os participantes pulam de 92 para 126.Dentro da ideia de aliviar o calendário da elite e aumentar o da base, as quatro primeiras fases serão disputadas em jogos únicos por times de menor ranqueamento na CBF. Os 20 da Série A chegam para a quinta fase. A partir daí, ida e volta até a definição dos finalistas.A grande decisão virará um forte produto comercial da CBF: será disputada em jogo único, em sede pré definida pela entidade e fechará o calendário do futebol brasileiro.A ideia é que entre a semi e a final exista um mês de prazo para torcedores se organizarem com as logísticas de viagem e ingressos.Um dos problemas desse fim mais tardio da competição é a proximidade da Copa Intercontinental. Embora a FIFA ainda não tenha divulgado as datas para 2026, a CBF trabalha com a possibilidade de a Copa do Brasil terminar apenas três dias antes do torneio internacional, mas argumenta que não tinha mais margem de datas para administrar esse gargalo.Ganharão vaga na Copa do Brasil os campeões das séries C e D, além de representantes da Copa Verde, do Nordeste e da nova Sul Sudeste. Todos esses já entrarão na terceira fase da competição.

Regionais reformulados e a Copa Sul-Sudeste

Os torneios regionais também foram impactados pelo novo torneio da CBF. A partir de agora eles serão disputados após os campeonatos estaduais, competindo com o Brasileirão e as competições CONMEBOL. E é aí que entra uma grande mudança.Times que disputam os regionais não poderão participar da Libertadores ou Sul-Americana. O Bahia, por exemplo, caso se classifique para a próxima Libertadores, terá que abrir mão da Copa do Nordeste, onde é o atual campeão.A “Lampions League” sofrerá mudanças em sua formatação. Aumentará para 20 clubes participantes, divididos em quatro grupos de cinco.A Copa Verde será dividida em duas ‘conferências’ regionais: a Copa Norte e a Copa Centro-Oeste (com os times do Espírito Santo). O campeão de cada sub torneio ganhará vaga na próxima Copa do Brasil. Os dois vencedores se enfrentam pelo troféu da Copa Verde.E há também o surgimento da nova Copa Sul-Sudeste, que abrigará 12 times dessas regiões (menos Espírito Santo). Serão dois times de cada estado (SP, RJ, MG, RS, SC e PR) sem calendário CONMEBOL que jogarão o novo certame criado pela CBF. Estima-se que essa competição ganhe relevância para times menores e do interior dos estados. Eles serão divididos em dois grupos de seis.

Série C e D

Por fim, as novidades abraçam também as duas menores divisões nacionais.A Série C terá uma importante mudança de regulamento para 2026. Visando um aumento gradativo de clubes participantes até 2028, apenas dois times serão rebaixados para a Série D. Além disso, seis times subirão da quarta divisão, chegando em 24 equipes daqui duas temporadas. A medida se repetirá no ano seguinte, completando os 28 idealizados pela CBF em 2028.Já a Série D já terá um enorme aumento de participantes para o ano que vem. Salta de 64 para 96 equipes, fazendo parte da estratégia de aumentar o calendário dos clubes menores do país.Este novo calendário do futebol brasileiro será aberto com a Supercopa do Brasil, ainda sem local definido. A edição de 2025 foi realizada no Mangueirão, em Belém.

O bairro Cacau, em Presidente Dutra, vive um momento histórico. Após décadas de espera e promessas não cumpridas por administrações anteriores, os moradores finalmente estão vendo o asfalto chegar a cada rua, a cada esquina. E o responsável por transformar esse antigo sonho em realidade é o prefeito Raimundinho da Audiolar, que segue acelerando as obras de pavimentação com a meta clara: não deixar nenhuma rua sem asfalto.

Nos últimos dias, as máquinas têm trabalhado intensamente no bairro. O cenário de poeira e lama está ficando para trás, dando lugar a vias asfaltadas e mais dignidade para quem vive na região. Segundo a prefeitura, a previsão é que todo o bairro esteja com as obras concluídas nos próximos dias.

“A gente tinha certeza que um dia nosso sonho de pisar no asfalto seria realizado, e isso só foi possível graças ao prefeito Raimundinho da Audiolar,” contou uma moradora emocionada.

Segundo Raimundinho, a importância da obra vai além do asfalto. “Ela representa a valorização do bairro Cacau e o respeito aos moradores que, por muito tempo, foram esquecidos. O asfaltamento facilita o transporte, melhora a mobilidade, evita doenças causadas pela poeira e pela lama, e transforma completamente a qualidade de vida das famílias,” conclui o prefeito.

Desde que assumiu a gestão municipal, Raimundinho da Audiolar vem adotando um modelo de governo voltado para resultados concretos. São obras em diversos setores, infraestrutura, saúde, educação, tanto na sede quanto nos povoados. O prefeito tem se destacado por colocar o “pé na estrada“, acompanhando de perto cada etapa das ações.

“Vamos deixar a marca da nossa gestão para que todos lembrem que fizemos o melhor por Presidente Dutra,” afirma o prefeito.

Com a conclusão do asfaltamento do bairro Cacau, mais uma promessa de campanha é cumprida. E mais do que isso: um capítulo importante da história do município está sendo escrito, com trabalho, compromisso e respeito ao povo.

Um trágico acidente tirou a vida de um motoqueiro no fim da manhã deste domingo (28), por volta das 11h45, na BR-226, entre as cidades de Barra do Corda e Grajaú, região central do Maranhão.

Segundo informações preliminares, o condutor da motocicleta teria tentado realizar uma manobra na rodovia, quando acabou colidindo frontalmente com uma carreta que seguia no sentido oposto. O impacto foi tão violento que o motoqueiro foi atingido em cheio e morreu na hora, sendo esmagado pelo veículo de carga.

A motocicleta pegou fogo após o choque, e as chamas se espalharam rapidamente, atingindo também a carreta, que ficou parcialmente destruída pelas chamas. As cenas registradas por testemunhas são impressionantes, com muita fumaça e fogo consumindo os veículos no meio da rodovia.

As autoridades foram acionadas imediatamente e equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) estiveram no local para controlar as chamas e realizar o isolamento da área. Até o momento, a identidade da vítima não foi oficialmente divulgada.

Esse trecho da BR-226 é conhecido por seu alto índice de acidentes, e moradores da região reforçam os pedidos por mais sinalização e ações preventivas por parte das autoridades.

O caso está sendo investigado, e as circunstâncias exatas da colisão ainda serão apuradas.

Quase três meses após o assassinato do policial militar Geidson Thiago da Silva dos Santos, sua família ainda enfrenta uma dura realidade: sem pensão, sem apoio e lidando com as dificuldades do luto.

Geidson foi morto a tiros em julho, durante uma vaquejada em Trizidela do Vale (MA). O crime foi cometido pelo prefeito de Igarapé Grande, João Vítor Xavier, que confessou o homicídio. Apesar da gravidade, o político conseguiu um habeas corpus e hoje responde em liberdade.

Enquanto isso, a viúva, Joyce Brasil, e os dois filhos pequenos vivem em situação de vulnerabilidade. O pedido de pensão por morte, feito desde o dia 30 de julho, ainda não foi analisado. Em vídeo divulgado recentemente, Joyce relatou a dificuldade para manter as despesas básicas da casa. “Recebi ajuda de amigos, mas agora essa ajuda acabou. E agora, como é que eu vou fazer?”, desabafou.

A Justiça também negou pedidos de alimentos provisórios (ajuda financeira emergencial), e um recurso levado ao Tribunal de Justiça do Maranhão foi rejeitado. A defesa da viúva critica a rapidez com que a liberdade do acusado foi concedida, em contraste com a demora na análise de um direito essencial para a sobrevivência da família.

Geidson era o principal responsável pelo sustento da casa. Com sua ausência, as contas estão se acumulando e os filhos estão sendo afetados emocionalmente. A esposa relata que o mais novo, de apenas nove anos, tem dificuldades para entender a ausência do pai.

O caso, que já revoltava pela brutalidade, agora também chama atenção pela falta de amparo à família da vítima. Enquanto o acusado responde em liberdade, a família de Geidson segue lutando por dignidade e por um direito que ainda lhes é negado.

A mais recente pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Opinião Pública (INOP) Previsão, encomendada pelo Imirante, revela uma virada de Orleans Brandão (MDB) na disputa para as eleições de 2026 no Maranhão. O levantamento aponta o secretário de Assuntos Municipalistas na frente do atual prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD).

Entre os dias 15 e 23 de setembro, o INOP ouviu 2.618 eleitores em 54 municípios maranhenses, incluindo as três maiores cidades da Grande Ilha, São Luís, São José de Ribamar e Paço do Lumiar. A pesquisa tem margem de erro de 2,2% e intervalo de confiança de 95%.

Cenário estimulado: Orleans na frente

Na simulação estimulada, onde os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Orleans Brandão aparece ligeiramente à frente:

  • Orleans Brandão (MDB): 35,68%
  • Eduardo Braide (PSD): 33,04%
  • Lahesio Bonfim (Novo): 13,9%
  • Felipe Camarão (PT): 8,79%

Apesar da liderança de Brandão, a diferença entre ele e Braide está dentro da margem de erro, o que configura um empate técnico.

Simulando um cenário em que não esteja na disputa Eduardo Braide, os números são esses: Orleans Brandão com 44,08% sendo seguido por Lahésio Bomfim com 17,15% e Felipe Camarão com 11,73%

Expectativa de vitória

Quando a pergunta é sobre quem o eleitor acredita que vencerá, independentemente do voto, o cenário muda e dá maior vantagem a Orleans Brandão:

  • Orleans Brandão: 40,03%
  • Eduardo Braide: 28,04%
  • Lahesio Bonfim: 8,29%
  • Felipe Camarão: 6,19%

 

Esse dado reforça a percepção de crescimento político do secretário de governo, que já aparece como favorito na visão de parte significativa do eleitorado.

Rejeição dos candidatos

O levantamento também mediu a taxa de rejeição, ou seja, em quem o eleitor não votaria de jeito nenhum. O resultado foi o seguinte:

  • Lahesio Bonfim: 18,91%
  • Felipe Camarão: 17,04%
  • Orleans Brandão: 16,73%
  • Eduardo Braide: 7,49%

Esse índice mostra que Braide, apesar da disputa acirrada, é quem enfrenta a menor resistência entre os eleitores.

Cenário em aberto

Os números confirmam no momento que a disputa pelo governo do Maranhão está totalmente em aberto. Orleans Brandão aparece pela primeira vez liderando no cenário estimulado, mas ainda precisa lidar com índices de rejeição semelhantes aos de outros adversários. Já Eduardo Braide, embora em segundo lugar, demonstra solidez com baixa rejeição.

Com Lahesio Bonfim e Felipe Camarão também na corrida, o embate promete ser um dos mais competitivos dos últimos anos no estado.

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